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BBC Brasil - Notícias, vídeos, análise e contexto em português

29 Maio 2020

BBC Brasil - Notícias, vídeos, análise e contexto em português

    info03

G1 > Tecnologia e Games

29 Maio 2020

Últimas notícias de tecnologia e de games. Informações sobre internet, jogos, tv digital e lançamentos de produtos eletrônicos de última geração.
  • Elon Musk diz que fábrica da Tesla sofreu sabotagem de funcionário

    Empregado que não foi promovido teria feito mudanças no sistema de produção e enviado informações sigilosas para terceiros. Fábrica da Tesla na Califórnia, EUA Noah Berger/Reuters O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, afirmou em mensagem aos funcionários da montadora de carros elétricos que um empregado da companhia promoveu "extensa e danosa sabotagem" ao supostamente ter feito mudanças de código de programação do sistema de produção e enviado informações sigilosas da empresa para terceiros. A porta-voz da companhia, Gina Antonini, não comentou o email enviado por Musk aos funcionários na segunda-feira (18). Musk afirmou na mensagem, obtida pela Reuters, que descobriu sobre o suposto caso de sabotagem durante o final de semana. O suposto sabotador não foi identificado. "A extensão completa de suas ações ainda não são claras, mas o que ele admitiu até agora ter feito é muito ruim", escreveu o executivo. "A motivação declarada dele é que ele queria uma promoção que não recebeu." "Como vocês sabem, uma longa lista de organizações querem que a Tesla morra", disse Musk no email, afirmando que a relação inclui investidores em Wall Street, companhias petrolíferas e montadoras rivais de veículos. Ele não citou nome de nenhuma empresa. Elon Musk em conferência de imprensa em fevereiro de 2018 Joe Skipper/Reuters Mais cedo, na segunda-feira, Musk enviou uma outra mensagem aos funcionários relatando um "pequeno incêndio" ocorrido em uma instalação da Tesla no domingo. Esta mensagem também foi obtida pela Reuters. Na mensagem, a Tesla afirma que na noite de domingo houve um incidente na área de carrocerias, que não houve feridos ou danos significativos a equipamentos e que a produção já tinha retornado ao normal. A empresa não especificou o local do fogo. Musk afirmou no email que apesar do fogo não ter sido um evento aleatório, "fiquem alertas sobre qualquer coisa que não esteja entre os melhores interesses da nossa companhia". Na semana passada, Musk anunciou demissão de 9% da força de trabalho da Tesla. O futuro da Tesla depende do aumento da produção do Model 3, que é o modelo mais "popular" da marca até agora.
  • Golpistas distribuem extensões falsas do Chrome no Facebook

    A empresa de segurança Radware revelou que golpistas publicaram links no Facebook para disseminar extensões maliciosas para o navegador Google Chrome, do Google. Os links publicados no Facebook pelos usuários infectados levam uma página falsa que copia a aparência do YouTube, mas exige -- falsamente -- a instalação de uma extensão para reproduzir o vídeo.Segundo a Radware, foram infectadas 100 mil pessoas em 100 países diferentes. Os três países mais infectados eram as Filipinas, Venezuela e Equador. Juntos, os três eram responsáveis por 75% das contaminações.Pedido de instalação de extensão do Chrome sobre site com aparência copiada do YouTube (Foto: Radware)O Chrome só permite a instalação de extensões cadastradas na Web Store, que é mantida pelo próprio Google. Para conseguir listar as extensões maliciosas na loja, os golpistas copiaram extensões legítimas e injetaram um código extra, dando a aparência de uma extensão verdadeira. O nome do golpe, que a Radware batizou de "Nigelthorn", é baseado na Nigelify, uma extensão legítima para o Chrome que foi copiada pelos criminosos.Uma vez instalada, a extensão é capaz de realizar várias atividades, incluindo:- Roubar senhas de acesso ao Facebook/Instagram;- Publicar e enviar mensagens no Facebook/Instagram (o que é usado para atrair novas vítimas);- Mineração de criptomoeda, o que gera lucro para os invasores;- "Assistir" a vídeos no YouTube (de forma invisível) ou inscrever a vítima em canais sem autorização;- Redirecionar o navegador para abrir páginas específicas.As extensões maliciosas já foram removidas da Chrome Web Store, mas internautas devem ter cuidado ao instalar qualquer extensão do Chrome, especialmente quando o pedido da instalação vier de sites fora da Web Store.SAIBA MAISComo as extensões se tornaram o ponto fraco do ChromeMilhões de internautas baixam falso bloqueador de anúnciosDúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • Certificado digital do Banco Inter é revogado após chave vazar na web

    Um certificado digital do Banco Inter, acompanhado da respectiva chave privada, foi publicado em um site na web e posteriormente revogado, segundo apuração do blog Segurança Digital. O banco Inter é o mesmo que está sendo investigado pelo Ministério Público do Distrito Federal após uma reportagem do site de tecnologia "TecMundo" afirmar que dados de vários correntistas da instituição foram obtidos em um possível ataque cibernético realizado por um invasor que teria tentado extorquir o banco cobrando um "resgate".O certificado digital por si não é capaz de provar que o ataque e o vazamento de dados ocorreram, mas esse certificado é parte da tecnologia responsável por proteger a comunicação dos correntistas do banco com o site da instituição (bancointer.com.br). Mesmo que um ataque não tenha ocorrido, ou que o ninguém tenha usado a chave para atacar clientes do banco, o caso levanta questões sobre as práticas de segurança da instituição financeira, pois, como é um dado sigiloso, essa chave não deveria ter sido exposta.SAIBA MAISBanco Inter: MP do DF apura suposto vazamento de dados de 300 mil clientesEm comunicado ao blog Segurança Digital, o Banco Inter reiterou que "não houve comprometimento da sua estrutura de segurança" e não comentou o vazamento e a revogação das chaves. Além do certificado vazado encontrado pelo blog, pelo menos outros dois certificados digitais do banco (um de 13 de abril de 2018 e outro de 26 de março de 2018) foram revogados. Dados no site da Comodo: certificado do Banco Inter de 18 de agosto foi revogado com motivo de 'chave comprometida' (keyCompromise). (Foto: Reprodução)Revogação ocorreu por 'chave comprometida'A norma de certificação digital na web estabelece 11 possíveis razões (numeradas de 0 a 10) para a revogação de um certificado. Entre as possíveis razões estão a de "motivo não especificado" (nº 0) e "certificado substituído" (nº 4). A justificativa de "chave comprometida" (nº 1), que consta para a revogação dos certificados do Banco Inter, é a mais específica sobre uma chave vazada, excluindo a possibilidade de outros problemas técnicos ou falhas nas empresas que concedem os certificados. Os certificados revogados são de duas empresas diferentes: GoDaddy e DigiCert.A autenticidade de um dos certificados, ao qual o blog Segurança Digital teve acesso, foi verificada através de uma propriedade matemática que pode ser conferida com registros públicos, sem a necessidade de testes on-line. Segundo o CRT.SH, um site da empresa de segurança Comodo que registra a utilização de certificados digitais com dados públicos, o certificado publicado na web estava em uso em 14 de outubro de 2017. Ele foi emitido em 18 de agosto de 2017 e seria válido até o mesmo dia de 2019, mas foi revogado no fim da sexta-feira (11).Veja aqui o certificado do Banco Inter no site da Comodo.Revogação de certificadoO site principal do Banco Inter usa um certificado diferente dos que foram revogados, emitido em 29 de abril pela DigiCert. Porém, se os certificados antigos estivessem válidos, golpistas poderiam criar sites clonados do Banco Inter caso pudessem redirecionar o acesso ao banco. Um cenário, por exemplo, seria o de redes Wi-Fi abertas. Essas redes são vulneráveis a ataques de redirecionamento, mas, caso criminosos tentem redirecionar um site de um banco em uma rede Wi-Fi aberta, o correntista receberá um alerta de segurança informando que o certificado do site não pôde ser verificado. Porém, como o certificado do Banco Inter vazou, é possível criar uma página clonada perfeita, usando o certificado legítimo do próprio banco.É por isso que certificados digitais que vazam precisam ser revogados, independentemente de ainda estarem ou não em uso.Não está claro se foi o banco que solicitou a revogação do certificado ou se alguém em posse dos certificados denunciou o vazamento às autoridades certificadoras.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • Windows: formatar o PC é a maneira mais eficiente de eliminar vírus?

    (Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta)   >>> Formatar o PC é a maneira mais eficiente eliminar vírus?  Olá, Ronaldo! Eu tenho percebido que o meu PC está mais lento, e por esse motivo estou desconfiado que ele está com vírus. A minha dúvida é sobre se devo formatar o PC, essa é a maneira mais eficiente de resolver o problema? Nelson   Olá, Nelson! A reinstalação do Windows, deve ser o último recurso a ser recorrido para a resolução de problemas do PC. A "formatação" resolve praticamente todos os problemas, pois através dela o sistema será reinstalado como se o PC tivesse saído da fábrica. Porém, esse procedimento não permitirá que seja feito um diagnóstico sobre o problema, e por esse motivo não será possível criar uma rotina de prevenção. Alguns técnicos de informática preferem adotar essa estratégia, porque ela é menos dispendiosa, mas não significa que seja a melhor maneira de eliminar vírus.   >>> Cabo USB genérico pode estragar o celular? Usar cabo USB genérico pode comprometer o carregamento da bateria do celular ou estragar o celular? Mônica   Olá, Mônica! Usar cabo USB de procedência duvidosa pode representar um risco de acidente, quando for de baixa qualidade. Isso não significa que ele irá danificar o celular só por ter sido usado, o problema é que o carregamento total da bateria poderá demorar mais do que o necessário. A durabilidade de cabos genéricos tende a ser inferior, devido a qualidade do material utilizado. É possível identificar cabos e carregadores defeituosos, através de um aplicativo. A coluna Tira-dúvidas de tecnologia já mostrou em detalhes como usá-lo, confira a dica completa nesse link (aqui).   >>> Como desbloquear o IMEI de celular que foi recuperado? Olá, Ronaldo! Eu perdi o meu celular e fui na delegacia fazer o boletim de ocorrência, mas consegui acha-lo depois. Então voltei lá e pediram a liberação do aparelho, porém já faz um mês isso e até agora o aparelho permanece bloqueado. Como devo proceder? Nicole Figueiredo   Olá, Nicole! Em teoria o procedimento deveria ser simples e ágil. Bastaria você ir numa loja da sua operadora de telefonia, fazer a solicitação do desbloqueio e fornecer os seguintes dados:  - Informar o número da linha; - RG e CPF do proprietário do titular da linha; - Nota Fiscal da compra do aparelho;   Se você não obtiver sucesso, canal de comunicação mais eficiente para que o problema resolvido é registrando queixa na ANATEL nesse link (aqui). Após a reclamação a Agência irá intermediar o processo com a sua operadora de telefonia.     Imagem: Reprodução/G1
  • Pesquisador acha 5 mil roteadores de internet sem senha no Brasil

    Segundo um pesquisador de segurança, cinco mil roteadores da marca Datacom possivelmente em uso por clientes da operadora Oi estão vulneráveis a acesso remoto por meio do protocolo "Telnet", pois esses equipamentos, de fábrica, aparentemente não possuem uma senha configurada nesse tipo de acesso. Os equipamentos são fornecidos a clientes para permitir o acesso à internet.Com acesso à configuração do roteador, um hacker poderia fazer alterações para redirecionar os clientes a páginas falsas, entre outros ataques. De acordo com o pesquisador Ankit Anubhav, que enviou os dados da sua pesquisa ao site de segurança "Bleeping Computer", os equipamentos vulneráveis eram três modelos da Datacom: DM991CR, DM706CR e DM991CS. Para resolver o problema, é preciso filtrar ou modificar a configuração do telnet nesses roteadores.Procurada, a Oi informou que está analisando o fato para tomar as medidas cabíveis.O manual do DM991CR, consultado pelo blog Segurança Digital, confirma que o aparelho possui acesso telnet e que ele não tem senha por padrão. Não está claro se o telnet vem habilitado de fábrica, mas uma linha no manual afirma que o acesso telnet é possível "se não for a primeira vez que o equipamento estiver sendo ligado e o endereço IP de uma das interfaces Ethernet já estiver configurado corretamente" -- ou seja, não parece ser necessário habilitar o telnet antes de utilizá-lo. A Datacom, fabricante dos equipamentos, afirmou, por telefone, que "possui contratos de confidencialidade e não pode se posicionar sobre as redes de clientes". Quando foi explicado que a dúvida não era sobre as redes de clientes e sim sobre a configuração de fábrica do produto, a representante da companhia reafirmou que "esse é o posicionamento da empresa".TelnetO Telnet é um antigo procolo de comunicação, amplamente utilizado em terminais e conhecido para seu uso em administração remota de equipamentos de rede e até computadores.Seu uso na maioria das aplicações é considerado obsoleto, pois é preferível que seja utilizado o muito mais seguro Secure Shell (SSH). Diferentemente do Telnet, o SSH prevê a criptografia do tráfego, o que aumenta a confiabilidade e a confidencialidade da conexão.Os equipamentos da Datacom também são compatíveis com SSH, mas muitos equipamentos da "internet das coisas" possuem apenas Telnet.SAIBA MAISNovo ataque à 'internet das coisas' registra atividade no BrasilPor que a 'internet das coisas' hoje é tão insegura?Imagem: Cabo de rede (Foto: Anders Engelbol/Freeimages.com).Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • 'Mensagens bomba' travam WhatsApp e iMessage

    Usuários estão relatando na web sobre um novo tipo de "mensagem bomba" capaz de travar o WhatsApp no Android e também o iMessage, no iPhone. A mensagem parece consistir de apenas quatro palavras, um emoji e pontuação, mas o texto esconde diversos caracteres especiais que tornam a mensagem aproximadamente 2,4 mil vezes maior do que ela deveria ser.Segundo o blog Naked Security, da fabricante de antivírus Sophos, a mensagem contém caracteres especiais de mudança de direção. Esses são marcadores invisíveis e especiais no texto que podem mudar a direção das letras, o que é necessário em alguns idiomas que são escritos da direita para a esquerda. A "mensagem bomba" que trava o WhatsApp possui centenas desses marcadores, cada um deles mudando a direção sem incluir texto nenhum entre eles. Dessa forma, a mensagem parece ser um texto qualquer.Mensagem deveria ter menos de 50 bytes, mas supera os 118 KB (120 mil bytes) e possui mais de 40 mil caracteres invisíveis. Outra versão da mensagem possui um círculo preto que, se for tocado, trava o aplicativo. (Foto: Reprodução)Não se sabe se mais algum aplicativo além do WhatsApp e do iMessage estaria vulnerável. O blog Segurança Digital procurou o WhatsApp e a companhia ainda não preparou um pronunciamento sobre o caso.Mensagens, textos e letras "bomba" são aquelas que se aproveitam de algum problema no processamento de textos em aplicativos para causar efeitos indesejados. Na maioria dos casos, o resultado é o travamento do dispositivo. No entanto, os resultados podem ser mais sérios. A "letra bomba" que ficou conhecida em fevereiro por travar o iPhone era capaz de deixar até computadores com macOS incapazes de abrir o painel de Wi-Fi caso alguma rede tivesse letra em seu nome.SAIBA MAISLetra bomba pode travar iPhone e Macs da AppleEsse tipo de problema ocorre principalmente por causa dos vários detalhes envolvidos na exibição de texto universal ("Unicode"), que é compatível com a maioria dos sistemas de escrita em uso no mundo. Ele substituiu os sistemas específicos que eram usados para cada idioma, o que permite que um conjunto de texto tenha caracteres de vários idiomas sem a necessidade de usar sistemas diferentes para processar cada trecho.Até os aplicativos serem atualizados, a recomendação é evitar interagir com essa mensagem, caso ela seja exibida. Segundo relatos de usuários no site "Reddit", a mensagem já está sendo bloqueada em alguns casos.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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G1 > Educação

29 Maio 2020

Últimas notícias sobre vestibular, Enem, Sisu, ensino básico, médio ou superior no Brasil, além das novidades e estudos na área de educação.
  • Coronavírus: Unicamp prorroga pela terceira vez suspensão das atividades presenciais

    Resolução publicada nesta quinta-feira (28) estende medida até 30 de junho. Estudantes no campus da Unicamp, em Campinas Antonio Scarpinetti / Unicamp A Unicamp prorrogou pela terceira vez, nesta quinta-feira (28) a suspensão das atividades presenciais das unidades de ensino e pesquisa, centros, núcleos e órgãos universitários. A medida anterior valia até 30 de maio e a nova resolução assinada pelo reitor, Marcelo Knobel, estende ela até 30 de junho. Segundo o documento, a decisão leva em conta o "agravamento da crise sanitária ocasionada pela pandemia de Covid-19", as medidas preventivas adotadas pela universidade estadual contra a disseminação da doença, e o fato de que "o número de casos continua em crescimento". Ainda de acordo com a reitoria, a resolução pode ser revista a qualquer momento "conforme evolução da situação da pandemia". Suspensão das atividades A Unicamp, primeira universidade pública do Brasil a suspender as aulas por conta da pandemia, anunciou em 13 de março a paralisação de todas as atividades não essenciais. À época, Knobel ressaltou que a medida, de caráter preventivo, foi tomada diante de um "momento crítico". Depois disso, foram feitas duas prorrogações em prazos semelhantes aos estipulados pelo governo do Estado para quarentena nos municípios paulistas para evitar a disseminação da Covid-19. O calendário do 1º semestre letivo já foi estendido até 31 de agosto para que seja possível complementar com atividades presenciais as disciplinas dos cursos em que houver necessidade. Além disso, a universidade já criou um projeto preliminar para retomada gradual de atividades. Covid-19: Unicamp propõe contingenciamento de R$ 72 milhões Unicamp diz que primeira fase do vestibular 2021 'provavelmente' será adiada A instituição tem 34,6 mil alunos em cursos de graduação e programas de pós nos campi localizados nos municípios de Campinas (SP), Limeira (SP) e Piracicaba (SP). Coronavírus: por que os idosos são mais vulneráveis e como protegê-los Coronavírus: infográfico mostra principais sintomas da doença Foto: Infografia/G1 Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
  • Guia ensina professores a gravar aulas com celular para educação à distância

    Canal Futura criou vídeos com orientações rápidas, de especialistas em filmagem e de outros professores, que também servem para outros tipos de vídeo, como homenagens e 'lives'. Há dicas de produção, edição, distribuição e de como ter boas ideias. O Canal Futura, da Fundação Roberto Marinho, criou um tutorial com vários vídeos para ensinar professores a gravar aulas à distância durante a pandemia de Covid-19. As filmagens podem ser feitas com o próprio celular, explicam os especialistas, e os princípios podem ser usados em qualquer tipo de gravação, até nas "lives". Professor Ney Mello, que ensina Biologia, dá a dica de usar um tripé para fazer as gravações de aulas, para deixar a imagem estável, no Canal Futura. Reprodução/Canal Futura Uma das dicas é, por exemplo, usar um tripé para gravar as aulas, para garantir mais estabilidade nas imagens. Outra é procurar uma boa iluminação. Os especialistas também dão explicações rápidas sobre produção, roteiro, direção, edição, distribuição, e de como se inspirar para ter boas ideias. Também há tutoriais específicos sobre como gravar com o celular e como fazer vídeos para as redes sociais, como Instagram e YouTube. A foto mostra o editor de vídeo entrevistado pelo Canal Futura, Thiago de Moura. Ele explica que, para vídeos feitos para o 'stories' do Instagram, o melhor é gravar na vertical. Reprodução/Canal Futura O editor de vídeo Thiago de Moura, entrevistado pelo Futura, explica que, via de regra, as filmagens devem ser feitas na horizontal. Mas, se forem para ser postadas nas "stories" do Instagram, por exemplo, o melhor é filmar na vertical. Já no caso do YouTube, lembra José Brito, gerente do canal, é preciso pensar em detalhes como o que usar nas imagens de "capa" dos vídeos (os thumbnails) e pensar bem nas hashtags (aqueles marcadores de conteúdo precedidos do "#", também conhecido como símbolo do jogo da velha). A foto mostra o gerente do Canal Futura, José Brito, explicando o uso das hashtags (marcadores de temas precedidos do símbolo do jogo da velha) em vídeos para o YouTube. Reprodução/Canal Futura Brito também pontua que é preciso ter atenção a outros detalhes técnicos, como a resolução do vídeo. "No WhatsApp, por exemplo, a resolução tem que ser menor, normalmente por volta de 60, 50 megabytes, senão não poderá ser enviado", diz. "No YouTube, você tem a possibilidade de fazer um vídeo com mais qualidade". Confira aqui os vídeos do tutorial Escolas na Europa se adaptam para receber alunos sem riscos Initial plugin text CORONAVÍRUS×
  • Enem 2020 tem 6,1 milhões de inscritos, afirma Inep

    Data da prova ainda está indefinida e deverá ser escolhida em enquete com os participantes. Enem 2020 será adiado por causa da pandemia no coronavírus André Melo Andrade/Myphoto Press/Estadão Conteúdo O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou nesta quinta-feira (28) que 6,1 milhões de pessoas se inscreveram no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. O prazo para pagamento da taxa de inscrição termina nesta quinta-feira. Sem essa validação, a inscrição não é concluída. Por isso, o número total de candidatos que farão a prova poderá variar. A prova, originalmente marcada para novembro, está sem data definida. Os dias deverão ser escolhidos em uma enquete com os participantes (leia mais abaixo). Enem em tempos de pandemia: o que muda na preparação dos jovens para a prova de 2020 De acordo com os dados do Inep, dos 6.121.363 inscritos, 6.020.263 se cadastraram para fazer a prova impressa e 101.100 para a versão digital. Este será o primeiro ano que o Enem terá uma versão digital. Do total de inscritos, 65% concluíram o ensino médio em anos anteriores, 23% são concluintes e 12% são treineiros, ou seja, estudantes que não terminaram o ensino médio mas fazem a prova para conhecê-la e "treinar". O Inep informou que 81,7% dos concluintes são de escolas públicas, número 11,2% maior do que o registrado em 2019. Esses dados são indicados pelos próprios participantes na hora da inscrição. Estudantes, pais e professores narram cenário do ensino público na pandemia; em 7 estados e no DF, atividade remota não vai contar para o ano letivo 66% dos brasileiros de 9 a 17 anos não acessam a internet em casa; veja números que mostram dificuldades no ensino à distância O acesso dos estudantes de escolas públicas à inscrição do Enem era uma preocupação do Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Educação (Consed), que solicitou ao Inep a prorrogação do prazo de inscrição. Com aulas suspensas em todos os estados, o Consed afirma que a maior parte das redes estaduais haviam alcançado, até a semana passada, um número inferior de inscrições se comparado ao total de estudantes concluintes do ensino médio da rede pública. Isso porque, segundo a entidade, parte dos estudantes que deveriam se inscrever no Enem pertencem a famílias em situação de vulnerabilidade social, sem acesso regular à internet. Prazo para pagar inscrição termina nesta quinta-feira Os estudantes inscritos têm até esta quinta (28) para fazer o pagamento da taxa de inscrição. O valor é de R$ 85. O boleto deve ser pago em agências bancárias, casas lotéricas, correios ou pela Internet. Sem isso, a inscrição não será validada. Data da prova será escolhida em enquete Na última quarta-feira (20), o Inep, responsável pela prova, e o Ministério da Educação (MEC) informaram que a data do exame, marcada inicialmente para novembro, será estendida "de 30 a 60 dias em relação ao que foi previsto nos editais". A nova data será escolhida pelos candidatos em uma enquete na Página do Participante. A decisão ocorreu depois de o governo enfrentar questionamentos judicias cobrando o adiamento da prova por causa dos efeitos da pandemia da Covid-19, que levaram escolas a suspender as aulas presenciais. O debate sobre o adiamento da prova chegou ao Congresso: na terça-feira (19), o Senado aprovou projeto que adia Enem, e o texto seguiu para avaliação da Câmara dos Deputados. Initial plugin text
  • Prazo para pagar inscrição no Enem 2020 termina nesta quinta-feira

    Valor é de R$ 85. As datas da prova ainda estão indefinidas e deverão ser escolhidas em uma enquete com os participantes a partir de junho. Enem 2020 será adiado por causa da pandemia no coronavírus André Melo Andrade/Myphoto Press/Estadão Conteúdo Termina nesta quinta-feira (28) o prazo para pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2020. As datas da prova ainda estão indefinidas e deverão ser escolhidas em uma enquete com os participantes a partir de junho. O boleto de R$ 85 deve ser pago em agências bancárias, casas lotéricas, correios ou pela Internet. Sem isso, a inscrição não será validada. O dado mais recente do governo aponta que, até as 12h de sexta-feira (22), 5.151.868 pessoas haviam se inscrito no Enem 2020, sendo 5.050.768 na versão impressa e 101.100 na digital. Este ano será a primeira vez que o exame terá uma versão online. A estimativa do governo é que, até 2026, o Enem seja 100% digital. Enem em tempos de pandemia: o que muda na preparação dos jovens para a prova de 2020 Problemas na inscrição Na semana passada, candidatos relataram problemas durante o processo de inscrição. Entre eles, estavam tela travada em uma das etapas; a foto não era carregada; o boleto bancário não era gerado; ou, mesmo mais de uma semana após pagarem a taxa, a participação ainda não havia sido confirmada. O desempenho no Enem é critério para concorrer a uma vaga nas universidades públicas pelo Sistema de Seleção Unificado (Sisu). Além deste sistema, algumas instituições – inclusive universidades de Portugal – usam a nota em uma das etapas seletivas do vestibular. Inscrições encerradas O prazo de inscrição, que pelo cronograma inicial deveria ter sido encerrado na sexta-feira (22), foi estendido para esta quarta (27) após apelo do Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Educação (Consed) devido ao impacto da pandemia do coronavírus. Com aulas suspensas em todos os estados, o Consed afirma que a maior parte das redes estaduais alcançaram um número inferior de inscrições no Enem, se comparado ao número de estudantes concluintes do ensino médio da rede pública. Isso porque, segundo a entidade, parte dos estudantes que deveriam se inscrever no Enem pertencem a famílias em situação de vulnerabilidade social, sem acesso regular à internet. "Tal situação, até o ano passado, era parcialmente contornada pela disponibilização dos computadores das escolas para apoio às inscrições", afirma o conselho. "Agora, mesmo quando a escola se mantém aberta para apoiar a inscrição, esta medida tem tido impacto reduzido, se considerarmos que muitos desses estudantes residem em locais de difícil acesso". Estudantes, pais e professores narram 'apagão' do ensino público na pandemia; em 7 estados e no DF, atividade remota não vai contar para o ano letivo 66% dos brasileiros de 9 a 17 anos não acessam a internet em casa; veja números que mostram dificuldades no ensino à distância Data da prova será escolhida em enquete Na última quarta-feira (20), Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela prova, e o Ministério da Educação (MEC) informaram que a data do exame, marcada inicialmente para novembro, será estendida "de 30 a 60 dias em relação ao que foi previsto nos editais". A nova data será escolhida pelos candidatos em uma enquete na Página do Participante. A decisão ocorreu depois de o governo enfrentar questionamentos judicias cobrando o adiamento da prova por causa dos efeitos da pandemia da Covid-19, que levaram escolas a suspender as aulas presenciais. O debate sobre o adiamento da prova chegou ao Congresso: na terça-feira (19), o Senado aprovou projeto que adia Enem, e o texto seguiu para avaliação da Câmara dos Deputados. Cronograma do Enem Prazo de inscrição: 27 de maio Pagamento da taxa: 28 de maio Provas: datas indefinidas VÍDEO Enem 2020 será adiado e nova data será entre 30 e 60 dias depois do previsto PODCAST Initial plugin text
  • Weintraub chama operação da PF de 'Noite dos Cristais brasileira'; entidades judaicas reagem
    PF cumpriu mandados de busca e apreensão contra aliados de Bolsonaro em inquérito sobre ameaças a ministros do STF e disseminação de fake news. 'Noite dos Cristais' consistiu em onda de violência contra judeus ordenada por Hitler. Organizações de judeus condenam postagem do ministro da Educação, Abraham Weintraub O ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou em uma rede social que esta quarta-feira (27) será lembrada como a Noite dos Cristais brasileira. A "Noite dos Cristais" consistiu em uma onda de violência contra os judeus, ordenada pelo regime nazista de Adolf Hitler, na Alemanha, que revelou ao mundo a violência antissemita. Entidades judaicas reagiram contra a publicação do ministro (leia mais abaixo). Nesta quarta-feira (27), a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão no inquérito que apura ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal e a disseminação de "fake news". "Hoje foi o dia da infâmia, vergonha nacional, e será lembrado como a Noite dos Cristais brasileira. Profanaram nossos lares e estão nos sufocando. Sabem o que a grande imprensa oligarca/socialista dirá? SIEG HEIL!", publicou o ministro da Educação. Foram alvos da operação aliados do presidente Jair Bolsonaro, entre os quais o presidente do PTB, Roberto Jefferson, e o empresário Luciano Hang. Eles negam irregularidades. Entidades reagem A Confederação Israelita do Brasil (Conib) condenou a comparação do inquérito das fake news à Noite dos Cristais. "Não há comparação possível entre a Noite dos Cristais, perpetrada pelos nazistas em 1938, e as ações decorrentes de decisão judicial no inquérito do STF, que investiga fake news no Brasil", publicou a entidade em seu site oficial. Segundo a confederação, as ações do inquérito "se dão dentro do ordenamento jurídico, assegurado o direito de defesa, ao qual as vítimas do nazismo não tinham acesso". "A comparação feita pelo ministro Abraham Weintraub é, portanto, totalmente descabida e inoportuna, minimizando de forma inaceitável aqueles terríveis acontecimentos, início da marcha nazista que culminou na morte de 6 milhões de judeus, além de outras minorias", diz o texto da entidade. O grupo Judeus pela Democracia publicou mensagem em uma rede social na qual afirma que o STF busca identificar quem financia fake news a fim de evitar novos "linchamentos virtuais". "A Noite dos Cristais não foi virtual mas foi o linchamento real a judeus", diz o texto da mensagem. "O objetivo de hoje foi tentar evitar que novas 'noites dos cristais' aconteçam com outros povos e pessoas", acrescentou o grupo. O American Jewish Committee (Comitê Judaico Americano) também reagiu à publicação de Weintraub. Segundo a organização, o repetido uso da linguagem do Holocausto por pessoas do governo brasileiro é "ofensivo aos judeus do mundo e um insulto às vítimas e sobreviventes do terror nazista".
  • Weintraub recorre ao STF contra ordem de Celso de Mello para que deponha à PF por racismo
    Ministro da Educação quer a prerrogativa de marcar dia e horário de depoimento em inquérito que apura se ele cometeu crime de racismo. Polícia Federal quer ouvi-lo no próximo dia 4. A defesa do ministro da Educação, Abraham Weintraub, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (27) um recurso contra a decisão do ministro Celso de Mello, que determinou o depoimento dele à Polícia Federal por suposto crime de racismo. A Polícia Federal já comunicou ao ministro que o depoimento está marcado para o próximo dia 4, às 15h. A defesa quer o efeito suspensivo, o que na prática significa adiar a data já marcada. Os advogados de Weintraub afirmam que Celso de Mello não considerou as prerrogativas dele por ocupar o cargo de ministro de Estado. Segundo a defesa, Weintraub tem o direito de escolher o dia e o horário para ser ouvido pela PF. A PF marcou o depoimento para ouvir o ministro no âmbito do inquérito que investiga suposto crime de racismo. No início de abril, Weintraub insinuou em uma rede social que a China poderia se beneficiar, de propósito, da crise mundial causada pelo coronavírus. Depois, ele apagou o texto. Na decisão que ordenou o depoimento, o ministro Celso de Mello disse que não caberia a Weintraub a prerrogativa prevista no Código de Processo Penal (CPP) para acerto prévio da hora e do local do depoimento. Isso porque o ministro é investigado no inquérito. Segundo Celso de Mello escreveu na decisão, Weintraub deverá ser inquirido "sem a prerrogativa que o art. 221 do CPP confere, com exclusividade, apenas às testemunhas e às vítimas, ou seja, a sua inquirição deverá ocorrer independentemente de prévio ajuste entre esse investigado e a autoridade competente quanto ao dia, hora e local para a realização de referido ato". A defesa argumenta que não conceder a prerrogativa de marcar data e hora do depoimento infringe "princípios basilares" do estado democrático de direito. "A não concessão da prerrogativa ao Agravante acarretará infração a diversos princípios basilares de nosso Estado Democrático de Direito, o que é inadmissível", afirmaram os advogados de Weintraub. "A decisão atacada deve ser reformada, ainda mais considerando-se que nenhum prejuízo trará ao bom andamento do feito, até porque eventual data para oitiva do Agravante terá de ocorrer dentro do prazo máximo de 30 (trinta) dias", completou a defesa.

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