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BBC Brasil - Notícias, vídeos, análise e contexto em português

22 Janeiro 2020

BBC Brasil - Notícias, vídeos, análise e contexto em português

    info03

G1 > Tecnologia e Games

22 Janeiro 2020

Últimas notícias de tecnologia e de games. Informações sobre internet, jogos, tv digital e lançamentos de produtos eletrônicos de última geração.
  • Elon Musk diz que fábrica da Tesla sofreu sabotagem de funcionário

    Empregado que não foi promovido teria feito mudanças no sistema de produção e enviado informações sigilosas para terceiros. Fábrica da Tesla na Califórnia, EUA Noah Berger/Reuters O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, afirmou em mensagem aos funcionários da montadora de carros elétricos que um empregado da companhia promoveu "extensa e danosa sabotagem" ao supostamente ter feito mudanças de código de programação do sistema de produção e enviado informações sigilosas da empresa para terceiros. A porta-voz da companhia, Gina Antonini, não comentou o email enviado por Musk aos funcionários na segunda-feira (18). Musk afirmou na mensagem, obtida pela Reuters, que descobriu sobre o suposto caso de sabotagem durante o final de semana. O suposto sabotador não foi identificado. "A extensão completa de suas ações ainda não são claras, mas o que ele admitiu até agora ter feito é muito ruim", escreveu o executivo. "A motivação declarada dele é que ele queria uma promoção que não recebeu." "Como vocês sabem, uma longa lista de organizações querem que a Tesla morra", disse Musk no email, afirmando que a relação inclui investidores em Wall Street, companhias petrolíferas e montadoras rivais de veículos. Ele não citou nome de nenhuma empresa. Elon Musk em conferência de imprensa em fevereiro de 2018 Joe Skipper/Reuters Mais cedo, na segunda-feira, Musk enviou uma outra mensagem aos funcionários relatando um "pequeno incêndio" ocorrido em uma instalação da Tesla no domingo. Esta mensagem também foi obtida pela Reuters. Na mensagem, a Tesla afirma que na noite de domingo houve um incidente na área de carrocerias, que não houve feridos ou danos significativos a equipamentos e que a produção já tinha retornado ao normal. A empresa não especificou o local do fogo. Musk afirmou no email que apesar do fogo não ter sido um evento aleatório, "fiquem alertas sobre qualquer coisa que não esteja entre os melhores interesses da nossa companhia". Na semana passada, Musk anunciou demissão de 9% da força de trabalho da Tesla. O futuro da Tesla depende do aumento da produção do Model 3, que é o modelo mais "popular" da marca até agora.
  • Golpistas distribuem extensões falsas do Chrome no Facebook

    A empresa de segurança Radware revelou que golpistas publicaram links no Facebook para disseminar extensões maliciosas para o navegador Google Chrome, do Google. Os links publicados no Facebook pelos usuários infectados levam uma página falsa que copia a aparência do YouTube, mas exige -- falsamente -- a instalação de uma extensão para reproduzir o vídeo.Segundo a Radware, foram infectadas 100 mil pessoas em 100 países diferentes. Os três países mais infectados eram as Filipinas, Venezuela e Equador. Juntos, os três eram responsáveis por 75% das contaminações.Pedido de instalação de extensão do Chrome sobre site com aparência copiada do YouTube (Foto: Radware)O Chrome só permite a instalação de extensões cadastradas na Web Store, que é mantida pelo próprio Google. Para conseguir listar as extensões maliciosas na loja, os golpistas copiaram extensões legítimas e injetaram um código extra, dando a aparência de uma extensão verdadeira. O nome do golpe, que a Radware batizou de "Nigelthorn", é baseado na Nigelify, uma extensão legítima para o Chrome que foi copiada pelos criminosos.Uma vez instalada, a extensão é capaz de realizar várias atividades, incluindo:- Roubar senhas de acesso ao Facebook/Instagram;- Publicar e enviar mensagens no Facebook/Instagram (o que é usado para atrair novas vítimas);- Mineração de criptomoeda, o que gera lucro para os invasores;- "Assistir" a vídeos no YouTube (de forma invisível) ou inscrever a vítima em canais sem autorização;- Redirecionar o navegador para abrir páginas específicas.As extensões maliciosas já foram removidas da Chrome Web Store, mas internautas devem ter cuidado ao instalar qualquer extensão do Chrome, especialmente quando o pedido da instalação vier de sites fora da Web Store.SAIBA MAISComo as extensões se tornaram o ponto fraco do ChromeMilhões de internautas baixam falso bloqueador de anúnciosDúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • Certificado digital do Banco Inter é revogado após chave vazar na web

    Um certificado digital do Banco Inter, acompanhado da respectiva chave privada, foi publicado em um site na web e posteriormente revogado, segundo apuração do blog Segurança Digital. O banco Inter é o mesmo que está sendo investigado pelo Ministério Público do Distrito Federal após uma reportagem do site de tecnologia "TecMundo" afirmar que dados de vários correntistas da instituição foram obtidos em um possível ataque cibernético realizado por um invasor que teria tentado extorquir o banco cobrando um "resgate".O certificado digital por si não é capaz de provar que o ataque e o vazamento de dados ocorreram, mas esse certificado é parte da tecnologia responsável por proteger a comunicação dos correntistas do banco com o site da instituição (bancointer.com.br). Mesmo que um ataque não tenha ocorrido, ou que o ninguém tenha usado a chave para atacar clientes do banco, o caso levanta questões sobre as práticas de segurança da instituição financeira, pois, como é um dado sigiloso, essa chave não deveria ter sido exposta.SAIBA MAISBanco Inter: MP do DF apura suposto vazamento de dados de 300 mil clientesEm comunicado ao blog Segurança Digital, o Banco Inter reiterou que "não houve comprometimento da sua estrutura de segurança" e não comentou o vazamento e a revogação das chaves. Além do certificado vazado encontrado pelo blog, pelo menos outros dois certificados digitais do banco (um de 13 de abril de 2018 e outro de 26 de março de 2018) foram revogados. Dados no site da Comodo: certificado do Banco Inter de 18 de agosto foi revogado com motivo de 'chave comprometida' (keyCompromise). (Foto: Reprodução)Revogação ocorreu por 'chave comprometida'A norma de certificação digital na web estabelece 11 possíveis razões (numeradas de 0 a 10) para a revogação de um certificado. Entre as possíveis razões estão a de "motivo não especificado" (nº 0) e "certificado substituído" (nº 4). A justificativa de "chave comprometida" (nº 1), que consta para a revogação dos certificados do Banco Inter, é a mais específica sobre uma chave vazada, excluindo a possibilidade de outros problemas técnicos ou falhas nas empresas que concedem os certificados. Os certificados revogados são de duas empresas diferentes: GoDaddy e DigiCert.A autenticidade de um dos certificados, ao qual o blog Segurança Digital teve acesso, foi verificada através de uma propriedade matemática que pode ser conferida com registros públicos, sem a necessidade de testes on-line. Segundo o CRT.SH, um site da empresa de segurança Comodo que registra a utilização de certificados digitais com dados públicos, o certificado publicado na web estava em uso em 14 de outubro de 2017. Ele foi emitido em 18 de agosto de 2017 e seria válido até o mesmo dia de 2019, mas foi revogado no fim da sexta-feira (11).Veja aqui o certificado do Banco Inter no site da Comodo.Revogação de certificadoO site principal do Banco Inter usa um certificado diferente dos que foram revogados, emitido em 29 de abril pela DigiCert. Porém, se os certificados antigos estivessem válidos, golpistas poderiam criar sites clonados do Banco Inter caso pudessem redirecionar o acesso ao banco. Um cenário, por exemplo, seria o de redes Wi-Fi abertas. Essas redes são vulneráveis a ataques de redirecionamento, mas, caso criminosos tentem redirecionar um site de um banco em uma rede Wi-Fi aberta, o correntista receberá um alerta de segurança informando que o certificado do site não pôde ser verificado. Porém, como o certificado do Banco Inter vazou, é possível criar uma página clonada perfeita, usando o certificado legítimo do próprio banco.É por isso que certificados digitais que vazam precisam ser revogados, independentemente de ainda estarem ou não em uso.Não está claro se foi o banco que solicitou a revogação do certificado ou se alguém em posse dos certificados denunciou o vazamento às autoridades certificadoras.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • Windows: formatar o PC é a maneira mais eficiente de eliminar vírus?

    (Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta)   >>> Formatar o PC é a maneira mais eficiente eliminar vírus?  Olá, Ronaldo! Eu tenho percebido que o meu PC está mais lento, e por esse motivo estou desconfiado que ele está com vírus. A minha dúvida é sobre se devo formatar o PC, essa é a maneira mais eficiente de resolver o problema? Nelson   Olá, Nelson! A reinstalação do Windows, deve ser o último recurso a ser recorrido para a resolução de problemas do PC. A "formatação" resolve praticamente todos os problemas, pois através dela o sistema será reinstalado como se o PC tivesse saído da fábrica. Porém, esse procedimento não permitirá que seja feito um diagnóstico sobre o problema, e por esse motivo não será possível criar uma rotina de prevenção. Alguns técnicos de informática preferem adotar essa estratégia, porque ela é menos dispendiosa, mas não significa que seja a melhor maneira de eliminar vírus.   >>> Cabo USB genérico pode estragar o celular? Usar cabo USB genérico pode comprometer o carregamento da bateria do celular ou estragar o celular? Mônica   Olá, Mônica! Usar cabo USB de procedência duvidosa pode representar um risco de acidente, quando for de baixa qualidade. Isso não significa que ele irá danificar o celular só por ter sido usado, o problema é que o carregamento total da bateria poderá demorar mais do que o necessário. A durabilidade de cabos genéricos tende a ser inferior, devido a qualidade do material utilizado. É possível identificar cabos e carregadores defeituosos, através de um aplicativo. A coluna Tira-dúvidas de tecnologia já mostrou em detalhes como usá-lo, confira a dica completa nesse link (aqui).   >>> Como desbloquear o IMEI de celular que foi recuperado? Olá, Ronaldo! Eu perdi o meu celular e fui na delegacia fazer o boletim de ocorrência, mas consegui acha-lo depois. Então voltei lá e pediram a liberação do aparelho, porém já faz um mês isso e até agora o aparelho permanece bloqueado. Como devo proceder? Nicole Figueiredo   Olá, Nicole! Em teoria o procedimento deveria ser simples e ágil. Bastaria você ir numa loja da sua operadora de telefonia, fazer a solicitação do desbloqueio e fornecer os seguintes dados:  - Informar o número da linha; - RG e CPF do proprietário do titular da linha; - Nota Fiscal da compra do aparelho;   Se você não obtiver sucesso, canal de comunicação mais eficiente para que o problema resolvido é registrando queixa na ANATEL nesse link (aqui). Após a reclamação a Agência irá intermediar o processo com a sua operadora de telefonia.     Imagem: Reprodução/G1
  • Pesquisador acha 5 mil roteadores de internet sem senha no Brasil

    Segundo um pesquisador de segurança, cinco mil roteadores da marca Datacom possivelmente em uso por clientes da operadora Oi estão vulneráveis a acesso remoto por meio do protocolo "Telnet", pois esses equipamentos, de fábrica, aparentemente não possuem uma senha configurada nesse tipo de acesso. Os equipamentos são fornecidos a clientes para permitir o acesso à internet.Com acesso à configuração do roteador, um hacker poderia fazer alterações para redirecionar os clientes a páginas falsas, entre outros ataques. De acordo com o pesquisador Ankit Anubhav, que enviou os dados da sua pesquisa ao site de segurança "Bleeping Computer", os equipamentos vulneráveis eram três modelos da Datacom: DM991CR, DM706CR e DM991CS. Para resolver o problema, é preciso filtrar ou modificar a configuração do telnet nesses roteadores.Procurada, a Oi informou que está analisando o fato para tomar as medidas cabíveis.O manual do DM991CR, consultado pelo blog Segurança Digital, confirma que o aparelho possui acesso telnet e que ele não tem senha por padrão. Não está claro se o telnet vem habilitado de fábrica, mas uma linha no manual afirma que o acesso telnet é possível "se não for a primeira vez que o equipamento estiver sendo ligado e o endereço IP de uma das interfaces Ethernet já estiver configurado corretamente" -- ou seja, não parece ser necessário habilitar o telnet antes de utilizá-lo. A Datacom, fabricante dos equipamentos, afirmou, por telefone, que "possui contratos de confidencialidade e não pode se posicionar sobre as redes de clientes". Quando foi explicado que a dúvida não era sobre as redes de clientes e sim sobre a configuração de fábrica do produto, a representante da companhia reafirmou que "esse é o posicionamento da empresa".TelnetO Telnet é um antigo procolo de comunicação, amplamente utilizado em terminais e conhecido para seu uso em administração remota de equipamentos de rede e até computadores.Seu uso na maioria das aplicações é considerado obsoleto, pois é preferível que seja utilizado o muito mais seguro Secure Shell (SSH). Diferentemente do Telnet, o SSH prevê a criptografia do tráfego, o que aumenta a confiabilidade e a confidencialidade da conexão.Os equipamentos da Datacom também são compatíveis com SSH, mas muitos equipamentos da "internet das coisas" possuem apenas Telnet.SAIBA MAISNovo ataque à 'internet das coisas' registra atividade no BrasilPor que a 'internet das coisas' hoje é tão insegura?Imagem: Cabo de rede (Foto: Anders Engelbol/Freeimages.com).Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • 'Mensagens bomba' travam WhatsApp e iMessage

    Usuários estão relatando na web sobre um novo tipo de "mensagem bomba" capaz de travar o WhatsApp no Android e também o iMessage, no iPhone. A mensagem parece consistir de apenas quatro palavras, um emoji e pontuação, mas o texto esconde diversos caracteres especiais que tornam a mensagem aproximadamente 2,4 mil vezes maior do que ela deveria ser.Segundo o blog Naked Security, da fabricante de antivírus Sophos, a mensagem contém caracteres especiais de mudança de direção. Esses são marcadores invisíveis e especiais no texto que podem mudar a direção das letras, o que é necessário em alguns idiomas que são escritos da direita para a esquerda. A "mensagem bomba" que trava o WhatsApp possui centenas desses marcadores, cada um deles mudando a direção sem incluir texto nenhum entre eles. Dessa forma, a mensagem parece ser um texto qualquer.Mensagem deveria ter menos de 50 bytes, mas supera os 118 KB (120 mil bytes) e possui mais de 40 mil caracteres invisíveis. Outra versão da mensagem possui um círculo preto que, se for tocado, trava o aplicativo. (Foto: Reprodução)Não se sabe se mais algum aplicativo além do WhatsApp e do iMessage estaria vulnerável. O blog Segurança Digital procurou o WhatsApp e a companhia ainda não preparou um pronunciamento sobre o caso.Mensagens, textos e letras "bomba" são aquelas que se aproveitam de algum problema no processamento de textos em aplicativos para causar efeitos indesejados. Na maioria dos casos, o resultado é o travamento do dispositivo. No entanto, os resultados podem ser mais sérios. A "letra bomba" que ficou conhecida em fevereiro por travar o iPhone era capaz de deixar até computadores com macOS incapazes de abrir o painel de Wi-Fi caso alguma rede tivesse letra em seu nome.SAIBA MAISLetra bomba pode travar iPhone e Macs da AppleEsse tipo de problema ocorre principalmente por causa dos vários detalhes envolvidos na exibição de texto universal ("Unicode"), que é compatível com a maioria dos sistemas de escrita em uso no mundo. Ele substituiu os sistemas específicos que eram usados para cada idioma, o que permite que um conjunto de texto tenha caracteres de vários idiomas sem a necessidade de usar sistemas diferentes para processar cada trecho.Até os aplicativos serem atualizados, a recomendação é evitar interagir com essa mensagem, caso ela seja exibida. Segundo relatos de usuários no site "Reddit", a mensagem já está sendo bloqueada em alguns casos.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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G1 > Educação

22 Janeiro 2020

Últimas notícias sobre vestibular, Enem, Sisu, ensino básico, médio ou superior no Brasil, além das novidades e estudos na área de educação.
  • Estudante cego faz redação do Enem sem transcritor e não tem nota divulgada pelo Inep

    Anderson Azevedo, de 22 anos, mora na zona rural de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, e sonha em cursar direito para se tornar um advogado. Anderson Azevedo, de Petrópolis, não teve a nota do Enem 2019 divulgada. Ele sonha se tornar um advogado Gladstone Lucas/G1 Anderson Azevedo, de 22 anos, sonha em cursar uma faculdade de direito para se tornar advogado e atuar em causas voltadas à acessibilidade. Por ser cego, fez a prova da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 em braille. Para ele, de família simples da zona rural de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, o exame é a oportunidade de acesso gratuito a uma universidade. Mas quando acessou a página com as notas individuais dos participantes, foi surpreendido ao verificar que a nota da redação não havia saído. Estudante cego de Petrópolis não teve nota da redação do ENEM divulgada O jovem conta que fez todo processo de forma correta, desde a inscrição, quando indicou a necessidade especial para a realização do exame. Porém, quando foi fazer a redação, percebeu que não havia um transcritor, profissional responsável por passar o texto para a escrita comum cuja presença no local do exame é prevista pelo próprio Inep. "Geralmente, quando eu faço a redação, eu vou falando para um ledor e ele vai transcrevendo para outra folha, na escrita comum. Dessa vez foi diferente. Eu perguntei lá o que eu deveria fazer, eles não sabiam. Eles saíram para perguntar em outras salas e depois disseram que era só eu escrever que eles iam anexar a folha que escrevi em braille e levar para corrigir", explica Anderson. Anderson Azevedo espera resposta do Inep sobre a nota na redação para se inscrever no Sisu Gladstone Lucas/G1 Todas as outras notas do estudante saíram. Anderson espera agora uma resposta do Inep para que consiga se inscrever no Sisu e tentar uma bolsa. Após erro nas correções das provas, que, segundo o Ministério da Educação, afetou quase 6 mil candidatos, o prazo para inscrição no Sisu, que se encerraria na sexta (24), foi adiado até as 23h59 do próximo domingo (29). O tempo é curto para Anderson dar o próximo passo rumo ao curso superior. Os pais são caseiros de uma fazenda na localidade de Secretário e não possuem renda suficiente para pagar uma faculdade particular. Até mesmo a máquina de escrever em braille que o jovem usa para estudar, é emprestada. O preço de uma dessas custa R$ 6 mil. Somente a nota da redação de Anderson Azevedo, que é cego e fez o exame sem transcritor em Petrópolis, não foi divulgada pelo Inep Reprodução Inter TV "Entrei em contato com o Inep e falaram que iam abrir um procedimento para ver o que aconteceu, me enviaram um protocolo, mas, até agora, nada", desabafa o estudante. Jovem de Petrópolis que participou do Enem estuda com máquina de escrita em braille emprestada Gladstone Lucas/G1 A Inter TV tentou contato com o órgão durante toda a terça-feira (21) e aguarda uma posição. Por telefone, o Inep informou que está com muita demanda e pediu que a reportagem aguardasse pela resposta. "Você se esforça o ano inteiro e aí você vê o resultado de que não fez e, poxa, você fez! É triste, dói, né, a gente ver uma pessoa que sempre correu atrás, a gente sempre batalhando", lamenta Aparecida Azevedo, mãe do Anderson. Anderson já trilhou muitos caminhos difíceis e espera superar mais esse obstáculo. A mãe é a grande inspiração para o jovem, que, como futuro advogado, pretende ajudar outras pessoas a terem acesso aos seus direitos. "Desde pequeno, eu vi a luta da minha mãe. Para conseguir ônibus, transporte para o colégio. Só indo para a Justiça para conseguir as coisas. Então, quero entrar nessa parte para ajudar mais as pessoas que têm essa mesma deficiência", disse Anderson. Andreson Azevedo mora na zona rural de Petrópolis, na Região Serrana do Rio Gladstone Lucas/G1
  • Sisu 2020 teve 474 mil inscritos após instabilidade no acesso ao site no 1° dia de inscrições

    Weintraub afirmou que houve uma demanda acima da prevista. O sistema de inscrição apresentou falhas ao longo desta terça-feira (21). O ministro da Educação, Abraham Weintraub, divulgou, no final da tarde desta terça-feira (21), em sua rede social, o balanço do primeiro dia de inscrição do Sisu. Segundo ele, até as 18h30, 474 mil pessoas haviam se inscrito. As candidaturas do primeiro semestre de 2020 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foram abertas na madrugada desta terça-feira (21). O sistema permite que o estudante concorra a 237,1 mil vagas em universidades públicas de todo o país. Lentidão, nota de corte, ansiedade: inscrições no Sisu geram memes na internet Sisu 2020: veja dicas para inscrição na seleção do primeiro semestre Weintraub disse, também, que 827.000 inscrições a vagas foram realizadas - (cada candidato pode eleger duas opções, por isso, o número de candidaturas as vagas é maior do que o número de pessoas inscritas). No vídeo postado, o ministro também justificou a dificuldade de acesso que os candidatos passaram ao longo do dia. "Houve uma demanda, muito acima do que era prevista, do que era do (ano) passado. Já trabalhávamos com um incremento na demanda, mas não tão grande", anunciou. Ele explicou que o sistema foi colocado em nuvem de dados - o que, segundo ele, expandiu o atendimento para mais de 150.000 pessoas simultaneamente - mas, mesmo assim, não aguentou a quantidade de acesso. Os concorrentes podem se inscrever até as 23h59 do próximo domingo (26). O prazo, que antes se encerraria na sexta (24), foi prorrogado após erros nas correções de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que, de acordo com o ministro afetou quase 6 mil candidatos, mas foi corrigido um pouco antes da abertura das inscrições do Sisu. Comprovativo de inscrição do Sisu 2020 Reprodução Site Sisu Lentidão Logo após o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) liberar as inscrições no site do Sisu, estudantes relataram lentidão e dificuldades para se candidatar às vagas das universidades públicas. O G1 entrou em contato com o Inep, responsável pelo exame, para pedir um posicionamento sobre o caso. O instituto informou que os esclarecimentos deveriam ser pedidos ao Ministério da Educação (MEC). Procurado, o MEC informou às 12h que o sistema já havia sido restabelecido e que o problema era ocasionado pelo grande número de acessos simultâneos de usuários – no entanto, o G1 continuou encontrando lentidão e erro no acesso ao sistema durante toda a tarde. Por volta das 9h, o site não estava reconhecendo a seleção do captcha, mecanismo que evita que evita o ataque de robôs. Candidatos também relataram que o site dava erro na seleção do curso. De madrugada, usuários reclamaram nas redes sociais sobre uma mensagem que surgia logo depois de clicarem no botão 'Fazer inscrição': os estudantes eram redirecionados para uma página com o aviso de que as "inscrições estão encerradas". Quem conseguia incluir os dados pessoais para prosseguir com a inscrição reclamou de falhas na autenticação. As reclamações seguiram ao longo de toda essa terça-feira (21). no final da tarde deste dia, alguns candidatos ainda relataram que não conseguiam fazer a inscrição. Por volta das 19h o ministro da Educação publicou um vídeo, em seu perfil de uma rede social, fazendo um balanço e justificando o problema de acesso ao sistema do Sisu. Inscrição do Sisu 2020 poderá ser feita por dispositivos móveis Reprodução/Sisu Sisu 2020: como se inscrever As inscrições devem ser feitas na página do Sisu. Podem participar os candidatos que fizeram o Enem em 2019 e não tiraram nota zero na prova de redação. Nesta edição, são 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. Cada candidato poderá se inscrever em até duas vagas, especificando a ordem de preferência e o turno no qual pretende estudar. Também é necessário definir a modalidade na qual o aluno se encaixa – ampla concorrência ou alguma relativa às ações afirmativas (com critérios raciais ou sociais). Veja dicas e estratégias para escolher o curso certo no Sisu O que o candidato deve saber sobre a inscrição do Sisu: As inscrições vão de 21/1 a 26/1; É possível escolher dois cursos (primeira e segunda opção); O sistema atualiza uma vez ao dia e muda a ordem dos inscritos conforme a nota do Enem; A primeira atualização será divulgada a partir da 0h de 23/1; Recomenda-se que o estudante entre no sistema uma vez ao dia para saber se a disputa pela vaga ainda é viável ou se prefere mudar de curso; O resultado da chamada regular sai no dia 28/1; Se for aprovado na segunda opção de curso, o candidato não será incluído na lista de espera da primeira opção (leia mais abaixo); O prazo para escolher participar da lista de espera é de 29/1 a 04/2; A convocação da lista de espera será no dia 7/2 a 30/4; Cronograma do Sisu 2020 Abertura das inscrições: 21 de janeiro (terça-feira) Fim das inscrições: 23h59 de 26 de janeiro (domingo) Resultado: 28 de janeiro Prazo para participar da lista de espera: 29/1 a 04/2 Convocação dos candidatos em lista de espera: 07/2 a 30/4
  • UFS oferta mais de 5 mil vagas em 96 cursos de graduação pelo Sisu

    Inscrições para as seleções começam nesta terça-feira (21). Universidade Federal de Sergipe (UFS) Demétrius Oliveira/G1/Arquivo A Universidade Federal de Sergipe (UFS) oferta 5.030 vagas na primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Destas, 96 são para ações afirmativas. As vagas da UFS estão distribuídas nos 96 cursos de graduação, com ingresso no primeiro e segundo semestre letivo de 2020. As inscrições podem ser feitas até o dia 26 e são destinadas a estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2019. Os campi de Lagarto e Nossa Senhora da Glória não ofertam vagas para o Sisu, pois possuem vestibular próprio com base na nota do Enem. Os cursos de comunicação social - audiovisual, comunicação social - publicidade e propaganda, letras -Libras e música do campus São Cristóvão também não utilizam o Sisu como forma de ingresso. Cronograma do Sisu 2020 Abertura das inscrições: 21 de janeiro (terça-feira) Fim das inscrições: 23h59 de 26 de janeiro (domingo) Resultado: 28 de janeiro Prazo para participar da lista de espera: 29/1 a 04/2 Convocação dos candidatos em lista de espera: 07/2 a 30/4 Sisu 2020: como se inscrever As inscrições devem ser feitas na página do Sisu. Podem participar os candidatos que fizeram o Enem em 2019 e não tiraram nota zero na prova de redação. Nesta edição, são 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. Cada candidato poderá se inscrever em até duas vagas, especificando a ordem de preferência e o turno no qual pretende estudar. Também é necessário definir a modalidade na qual o aluno se encaixa – ampla concorrência ou alguma relativa às ações afirmativas (com critérios raciais ou sociais). O que o candidato deve saber sobre a inscrição do Sisu: As inscrições vão de 21/1 a 26/1; É possível escolher dois cursos (primeira e segunda opção); O sistema atualiza uma vez ao dia e muda a ordem dos inscritos conforme a nota do Enem; A primeira atualização será divulgada a partir da 0h de 23/1; Recomenda-se que o estudante entre no sistema uma vez ao dia para saber se a disputa pela vaga ainda é viável ou se prefere mudar de curso; O resultado da chamada regular sai no dia 28/1; Se for aprovado na segunda opção de curso, o candidato não será incluído na lista de espera da primeira opção (leia mais abaixo); O prazo para escolher participar da lista de espera é de 29/1 a 04/2; A convocação da lista de espera será no dia 7/2 a 30/4.
  • Candidata diz que foi eliminada do Enem 2019 porque teve nome trocado com xará, após celular tocar

    Rebecca Ferreira foi confundida com Rebeca Moura, a verdadeira dona do celular que tocou no segundo dia de provas. Segundo Ferreira, o Inep afirmou que está avaliando o caso. Rebecca Ferreira conta que foi eliminada do Enem 2019 porque o celular de outra Rebeca tocou durante a aplicação da prova Reprodução/Twitter Rebecca Ferreira, de 18 anos, levou um susto ao conferir o desempenho individual no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, na última sexta-feira (17), quando foram divulgadas as notas dos participantes. Em seu boletim individual, a notícia: ela havia sido eliminada. O motivo era um celular que tocou durante a aplicação da prova. Uma nova regra na edição de 2019 afirmava que qualquer som emitido por um aparelho eletrônico geraria eliminação na hora. Enem 2019: Inep diz que erro que afetou quase 6 mil notas já foi corrigido Sisu 2020: inscrições são abertas com prazo estendido; estudantes relataram lentidão em site O problema, neste caso, é que o celular que tocou não era da Rebecca Ferreira – e sim da Rebeca Moura, de 17 anos. Elas fizeram a prova na mesma sala, na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Nova Friburgo. "O celular tocou, imediatamente os fiscais recolheram o celular e a menina, ela assinou uns papéis, e foi eliminada", afirmou Ferreira em entrevista ao G1. "Fui acessar as notas na sexta e vi que estava eliminada. Foi horrível e está sendo horrível. Fiquei desesperada, chorei muito, não só eu, mas a minha família toda" – Rebecca Ferreira, candidata do Enem confundida com xará e eliminada por engano do Enem 2019. Boletim individual da Rebecca Moura (à esq.) e da Rebecca Ferreira (à dir), confundidas durante a aplicação do Enem 2019; celular da Rebeca Moura tocou durante a aplicação do exame, mas quem foi eliminada foi a Ferreira. Reprodução/Arquivo Pessoal Em entrevista ao G1, Ana Cláudia Moura, mãe da Rebeca Moura, confirmou o caso. "Eu estava trabalhando e pedi para ela levar o celular. Ela disse que tirou a bateria, tirou a capinha, mas na hora de colocar no envelope e dobrar, a bateria deve ter voltado ao lugar. O celular tocou", afirmou Ana Cláudia. "Torço para que a outra Rebeca consiga recuperar a nota dela" – Ana Cláudia Moura, mãe de Rebeca Moura, que foi confundida com a Rebeca Ferreira durante a aplicação do Enem 2019. Ela conta que a filha chegou decepcionada em casa, mas ficou aguardando que saíssem as notas. No boletim individual de Rebeca Moura não consta a eliminação – aparece apenas as notas zeradas no segundo dia de provas, já que ela não concluiu o exame. Segundo Rebecca Ferreira, o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação do Enem, afirmou por telefone que o caso dela será analisado. Ainda assim, ela diz que entrou com uma ação na Justiça de Nova Friburgo para garantir que a nota seja revista. Ela pretende usar o desempenho no Enem para concorrer a uma das 237,1 mil vagas disponíveis no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Quanto maior a nota, maiores as chances de conseguir uma vaga. O Sisu abriu o período de inscrição nesta terça-feira (21) e seguirá com o processo aberto até domingo (26). O prazo de encerramento foi estendido após erros na gráfica que faz o Enem levarem à revisão das notas. Segundo o Inep, 5,7 mil estudantes foram afetados. Rebeca Ferreira diz ter sido eliminada do Enem 2019 porque foi confundida com outra candidata, também chamada Rebeca, cujo celular tocou durante a aplicação do exame. Arquivo Pessoal VÍDEOS Começa as inscrições para o Sisu, sistema de seleção para universidades públicas Notas de quase seis mil candidatos do Enem são corrigidas, afirma o MEC
  • Especialista diz que falha no Enem de 2019 é 'um dos erros mais graves' do Inep
    O diretor de estratégia política da organização Todos Pela Educação, João Marcelo Borges, acredita que a falha na correção das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é “um dos erros mais graves” da história do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A falha afetou quase seis mil candidatos. “É a primeira vez que a gente tem um erro de correção de prova. Qualitativamente esse é um dos erros mais graves da história do Inep, porque ele afeta não exatamente aspectos logísticos ou de segurança do exame, como nas edições anteriores, mas o cerne desse instrumento, que é a correção”, afirma o diretor da entidade que produz pesquisas sobre a educação básica brasileira. O erro na correção das provas afetou 0,15% dos 3,9 milhões de estudantes que prestaram o exame em novembro do ano passado. Esse número corresponde exatamente a 5.974 prejudicados. De acordo com o Inep, 95% dos casos se concentram nas cidades de Alagoinhas (BA), Viçosa (MG), Ituiutaba (MG) e Iturama (MG). João Marcelo acredita que, por mais que a perspectiva estatística do erro seja baixa, a falta de cuidado na gestão das provas coloca em dúvida não apenas o Enem, mas qualquer outra prova que o Inep faz, como o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). “Se a gente olhar o problema pela perspectiva estatística, pode-se dizer que isso [0,15%] é pequeno. Mas a natureza qualitativa desse erro é difícil de menosprezar, porque coloca em dúvida a qualidade como um todo do Inep. Para os [poucos] afetados, o efeito do erro é total”, explica o especialista em Educação. O presidente do Inep, Alexandre Lopes, afirmou, nesta segunda-feira (20), que a pontuação de todos foi revisada. Ele explica que uma falha na gráfica fez com que provas fossem associadas a gabaritos trocados. O equívoco ocorreu no momento da transmissão das informações. Em razão disso, candidatos que fizeram a prova de determinada cor tiveram o gabarito corrigido como se ele fosse correspondente ao exame de outra cor. Pego de 'surpresa' O diretor do Todos Pela Educação explica que toda prova tem dois lados fundamentais: quem responde (alunos) e quem corrige (banca examinadora). Um outro problema visto por João Marcelo é justamente o fato de os erros terem sido apontados apenas pelos alunos, e não pelo Inep. “Apesar de suas verificações internas, foi o volume de reclamações de estudantes que começou a ocorrer depois do anúncio dos resultados, na sexta-feira (17), que fez o Inep reconhecer o erro. Ou seja, o Inep foi pego de surpresa”, afirma João Marcelo. “É possível que em alguma medida isso [o erro] tenha a ver com o acúmulo de problemas e dificuldades na gestão do Inep ao longo de 2019 – foram quatro presidentes”, completa. Seis meses vacante João Marcelo lembra ainda que a Diretoria de Avaliação de Educação Básica, colegiado do Inep responsável pelo Enem, ficou mais de seis meses vacante, sem titular. Segundo o especialista, os técnicos apontavam problemas na preparação do Enem e, a partir disso, o Inep resolveu contratar, por dispensa de licitação, uma gráfica que não tinha experiência prévia na execução de um serviço tão grande, complexo e cheio de requisitos de sigilo e segurança. "É provável que essa mistura de coisas tenha gerado esse tipo de resultado", acredita João Marcelo. Initial plugin text
  • Universidade Federal de RR oferta 746 vagas no Sisu 2020
    Período de inscrição ocorre desta terça (21) até o domingo (26). Vagas são para estudantes que fizeram o Enem em 2019. Entenda como funciona a inscrição no Sisu A Universidade Federal de Roraima (UFRR) oferta 746 vagas na primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). As inscrições podem ser feitas desta terça-feira (21) até o próximo dia 26 e são destinadas a estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2019. VEJA O EDITAL DA UFRR As vagas da UFRR estão distribuídas nos 38 cursos de graduação, com ingresso no primeiro e segundo semestre letivo de 2020. Em caso de dúvida, os interessados podem entrar em contato com a Comissão Permanente de Vestibular (CPV) no telefone (95) 3621-3135. Cronograma do Sisu 2020 Abertura das inscrições: 21 de janeiro (terça-feira) Fim das inscrições: 23h59 de 26 de janeiro (domingo) Resultado: 28 de janeiro Prazo para participar da lista de espera: 29/1 a 04/2 Convocação dos candidatos em lista de espera: 07/2 a 30/4 Sisu 2020: como se inscrever As inscrições devem ser feitas na página do Sisu. Podem participar os candidatos que fizeram o Enem em 2019 e não tiraram nota zero na prova de redação. Nesta edição, são 237.128 vagas em 128 instituições de todo o país. Cada candidato poderá se inscrever em até duas vagas, especificando a ordem de preferência e o turno no qual pretende estudar. Também é necessário definir a modalidade na qual o aluno se encaixa – ampla concorrência ou alguma relativa às ações afirmativas (com critérios raciais ou sociais). O que o candidato deve saber sobre a inscrição do Sisu: As inscrições vão de 21/1 a 26/1; É possível escolher dois cursos (primeira e segunda opção); O sistema atualiza uma vez ao dia e muda a ordem dos inscritos conforme a nota do Enem; A primeira atualização será divulgada a partir da 0h de 23/1; Recomenda-se que o estudante entre no sistema uma vez ao dia para saber se a disputa pela vaga ainda é viável ou se prefere mudar de curso; O resultado da chamada regular sai no dia 28/1; Se for aprovado na segunda opção de curso, o candidato não será incluído na lista de espera da primeira opção (leia mais abaixo); O prazo para escolher participar da lista de espera é de 29/1 a 04/2; A convocação da lista de espera será no dia 7/2 a 30/4.

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