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G1 > Educação

18 Fevereiro 2020

Últimas notícias sobre vestibular, Enem, Sisu, ensino básico, médio ou superior no Brasil, além das novidades e estudos na área de educação.
  • USP São Carlos e Pirassununga tem semana de recepção aos calouros com várias atividades

    Programação com pais, oficinas, palestras, bate-papos e almoço com veteranos estão entre as atrações até sexta (21). Universidade recebe denúncias de trotes violentos por telefone e app. Volta às aulas da USP São Carlos conta com programação para receber calouros A Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos e Pirassununga, começou nesta segunda-feira (17) a Semana de Recepção aos Calouros, com o tema 'Você faz parte disso tudo'. Atividades com pais, oficinas, palestras, bate-papos e almoço com veteranos estão entre as atrações até sexta-feira (21). (Veja abaixo a programação em cada unidade). O calouro que ingressar neste ano deve confirmar a matrícula presencialmente na terça (18) e na quarta (19). A USP também promove o Disque-Trote para denúncias de trotes violentos. USP recebe calouros com diversas atividades até sexta em São Carlos e Pirassununga Reprodução/EPTV Atividades Após a maratona de vestibulares, os estudantes aprovados chegam à universidade com uma série de dúvidas e inseguranças. Pensando nisso, as unidades da USP prepararam a semana com atividades de integração e ações culturais e recreativas. Entrada do campus da USP em São Carlos Felipe Lazzarotto/EPTV Para participar, o aluno pode acompanhar a programação específica para cada unidade. Veja a programação na USP de São Carlos e Pirassununga: Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) Instituto de Física de São Carlos (IFSC) Instituto de Química de São Carlos (IQSC) Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) - Pirassununga Disque-Trote Na semana, a USP também promove o Disque-Trote, canal para o calouro denunciar agressões ou constrangimentos que ocorrerem no ambiente universitário. O trote, proibido na USP desde 1999, pode ser comunicado pelo telefone 0800-012-1090 até o dia 6 de março, de segunda a sexta-feira, das 9h às 21h. Também é possível fazer a denúncia por aplicativos nas plataformas Apple e Android. Estudantes participam de recepção na USP de São Carlos Reprodução/EPTV Manual do Calouro A USP também desenvolveu o Manual do Calouro, um portal que reúne as informações sobre os auxílios disponibilizados, como moradia, alimentação, transporte e livros, além de baixar diversos aplicativos desenvolvidos pela USP para facilitar a vida universitária. Matrícula A matrícula ocorrerá de forma unificada nos campi de São Paulo, Ribeirão Preto e São Carlos, o que significa que haverá um único local para a matrícula de todos os cursos nesses campi. Em São Carlos, a matrícula será realizada no Anfiteatro de Convenções Jorge Caron. Em Pirassununga, a matrícula será no Anfiteatro do Prédio Central do campus Fernando Costa. Campus da USP em Pirassununga Divulgação/USP Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
  • Deputados querem aprovar novo Fundeb nesta semana em comissão especial na Câmara
    Deputados federais vão revisar nesta segunda-feira (17) os detalhes do texto do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica, o Fundeb, para tentar aprovar a proposta em comissão especial nesta semana, antes do carnaval. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem dito a parlamentares que quer pautar o tema em plenário em março. Mas, para isso, combinou com os deputados que o texto deve ser revisado com atenção antes de ele ser aprovado na comissão especial, para evitar contestações. A ideia é votar a proposta entre terça (18) e quarta-feira (19) no colegiado, mas pode haver pedido de vista. Ao blog, o presidente da comissão especial, deputado Bacelar (Pode-BA), afirmou nesta segunda que “há um consenso grande” entorno do tema. O congressista acredita que, se a proposta for aprovada no colegiado nesta semana, será pautada em plenário na segunda quinzena de março. O texto está sendo elaborado sem a participação do ministro da Educação, Abraham Weintraub. O ministro foi alvo recentemente de duras críticas do presidente da Câmara (veja no vídeo abaixo), mas já havia inviabilizado sua interlocução com o Congresso em 2019. Rodrigo Maia critica gestão do ministro da Educação, Abraham Weintraub Para deputados e senadores, Weintraub é um dos ministros que alimenta a militância digital que ataca o Congresso e cria polêmicas desnecessárias para o governo. Os parlamentares também avaliam que ele não tem capacidade de gestão em caso de problemas como os registrados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Diante desse quadro, congressistas veem como inviável o diálogo com Weintraub para a aprovação no Congresso de temas relacionados à Educação – como o novo Fundeb. Os recursos do fundo são repassados pela União às secretarias estaduais e municipais. Os recursos são uma complementação para a educação básica, que vai do ensino infantil ao médio. A lei atual prevê o fim do fundo em 2020 e, por isso, o Congresso discute um novo formato para restabelece-lo. O tema é analisado em uma comissão especial da Câmara e, em seguida, terá de ser aprovado no plenário da Casa e no Senado Federal. O projeto é de emenda à Constituição (PEC) e, por isso, precisa do aval de três quintos dos deputados e dos senadores para entrar em vigor.
  • MP da ID Estudantil perde validade; mais de 300 mil estudantes vão poder usar o documento até dezembro

    Medida não tramitou no Congresso dentro do prazo. Simulação do ID Estudantil Divulgação/MEC A medida provisória que criou a carteirinha estudantil do Ministério da Educação (MEC), chamada de ID Estudantil, perdeu a validade no domingo (16) porque o tema não entrou em votação no Congresso. Entretanto, quem tirou a carteirinha poderá continuar usando até dezembro – como a MP tem efeito imediato, quem fez o documento tem o respaldo de que ela estava vigente quando foi emitida. O documento dá acesso à meia-entrada em eventos culturais e esportivos. Como a MP não foi votada, a ID Estudantil não poderá mais ser expedida. A alternativa será recorrer às entidades estudantis ou instituições de ensino que já emitiam o documento (leia mais abaixo). Meia-entrada: veja perguntas e respostas sobre o tema Questionado pelo G1, o MEC não deu retorno sobre qual ação vai tomar após o fim da vigência da MP. Por lei, o governo não pode apresentar outra medida provisória sobre o mesmo tema dentro do ano de vigência. No fim de semana, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou em entrevista ao Canal Brasília que a alternativa será enviar ao Congresso um projeto de lei sobre o tema, voltando a tramitação à estaca zero. Para que virasse lei, a MP deveria passar por uma comissão mista – formada por deputados e senadores. Depois, ainda deveria ser apreciada na Câmara e no Senado. Este processo não ocorreu dentro dos 120 dias que a MP teve validade (excluindo o período de recesso parlamentar). A situação levou os estudantes a buscarem o documento nos últimos dias. Até a semana passada, o governo havia emitido 258 mil documentos. Na terça, o total já havia subido para 277 mil. No domingo, por volta das 17h, o número era 325.746. O G1 pediu acesso a dados detalhados do MEC sobre a emissão de IDs, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. Para o presidente da Comissão de Educação da Câmara, deputado Pedro Cunha Lima (PSDB-PB), a emissão gratuita do documento estudantil é uma iniciativa que deve permanecer. "É um direito, por isso não se cobra", afirmou. O presidente da União dos Estudantes (UNE), Iago Montalvão, vê o vencimento da MP como uma "derrota do governo", já que não houve articulação para priorizar o projeto. "Consideramos que é uma derrota do governo, fruto da postura que eles assumiram, autoritária e monocrática, ao enviar essa medida ao Congresso. Mais uma vez sem diálogo com os parlamentares e sobretudo porque representa uma verdadeira medida de exceção para atacar e perseguir diretamente as entidades estudantis que têm sido importantes espaços de organização de oposição do governo Bolsonaro", afirmou. Custos Após anunciar a ID Estudantil, o MEC divulgou a criação de um aplicativo para emitir o documento. Não foram informados os custos envolvidos no desenvolvimento desta plataforma. No Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União, há o registro de um contrato de valor inicial de R$ 12,6 milhões para o desenvolvimento e manutenção do projeto ID Estudantil. Não está claro se todo o valor foi aplicado e nem se estes foram os únicos custos envolvidos na operação. Reportagem do jornal "Folha de S.Paulo" afirma que o MEC gastou R$ 2,5 milhões em publicidade para divulgar a carteirinha estudantil digital – terceiro maior custo da pasta. A primeira é o projeto Conta Pra Mim, que incentiva pais a lerem para os filhos, e o segundo maior custo foi o Enem, que teve 5,1 milhões de estudantes inscritos. Para emitir a ID estudantil, o governo afirma que gasta R$ 0,15 centavos a cada carteirinha. Alternativas Atualmente, uma lei de 2013 prevê que a carteirinha seja emitida por entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes). Ambas cobram R$ 35 pela carteira, além do frete. Esse serviço é uma das principais fontes de recursos das entidades. A UNE fica com 20% do valor (R$ 7), e a Ubes, com 25% (R$ 10,50). Além de UNE e Ubes, a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), as entidades estudantis municipais e os diretórios estudantis e acadêmicos das faculdades também podem emitir o documento.
  • Com aulas de empreendedorismo digital e ética, Campinas tem primeiro curso superior do país para formar youtuber

    Proposta é capacitar influenciadores digitais que querem trabalhar com a plataforma de vídeos. Aulas abordam também legislação, finanças e linguagem corporal. Campinas (SP) terá a partir deste ano o primeiro curso de graduação para youtuber do Brasil registrado no Ministério da Educação (MEC). De acordo com a coordenadora do curso na Universidade Paulista (Unip), Roberta Matarazzo, a proposta é suprir a demanda crescente de profissionalização nas plataformas de vídeos das redes sociais. A universidade capacitará influenciadores digitais para as técnicas de criação, edição e divulgação de materiais audiovisuais para o Youtube. As aulas começam nesta terça-feira (18) e o curso tem duração de dois anos. "Dá base para que o trabalho de influenciador seja feito com mais consistência. É uma profissão que está crescendo muito graças à tecnologia, que permitiu a abertura para novas áreas. Por isso, estar exposto na mídia também requer embasamentos como a parte de finanças, de imagem, como se portar em vídeo. Os alunos terão à disposição estúdios e laboratórios, com câmeras, iluminação, tudo", explica. Laboratório em Campinas (SP) para técnicas de produção de vídeo para a plataforma do YouTube Karoline Porto/G1 Ainda segundo a coordenadora, o curso contará com disciplinas de empreendedorismo digital, ética, legislação, comunicação, marketing pessoal e profissional, linguagem corporal, além apoiar no desenvolvimento e projeção da capacidade financeira de posts na rede social. "A parte legal é muito importante, porque esses profissionais estão vulneráveis nas redes sociais. Abordamos a monetização dos posts e a apresentação de forma verdadeira e natural. Toda essa estrutura é oferecida para que o estudante tenha base de como se expor melhor na plataforma", explica. As aulas são voltadas para pessoas que pretendem começar a trabalhar com a plataforma de vídeos, como também para profissionais que já atuam na área, mas querem se profissionalizar. A coordenadora explica que as disciplinas práticas abrangem desde o básico de captação de imagens, passando por técnicas de fotografia e iluminação. "Há pessoas que já têm alguns canais, mas que não têm essa base. Elas têm interesse em publicar vídeos, mas não sabem quanto cobrar, quanto vale um post de uma publicidade. Tem muita gente que faz de graça até conseguir a confiança de anunciantes. Para quem já trabalha com isso, daremos a base para alavancar o canal. E quem ainda não tem nenhum canal, vamos orientar como começar", diz. A coordenação informou também que o curso é oferecido em outras unidades da capital e do interior paulista. As aulas dependem de formação de turma. Laboratório da universidade em Campinas (SP) onde alunos em formação para Youtuber poderão desenvolver as técnicas. Karoline Porto/G1 Youtuber diplomado A coordenadora explicou ainda que o curso é no formato tecnólogo e os estudantes que concluírem terão diploma universitário de youtuber. "Será uma formação como todas as outras, onde a pessoa terá o direito depois de fazer uma especialização ou mestrado. A gente vai profissionalizar essas pessoas que estão trabalhando hoje individualmente", afirma Roberta. Foi justamente a qualificação reconhecida em diploma que chamou a atenção de Fernanda Firmino. A jovem é maquiadora, fotógrafa, modelo e também atua como influenciadora digital. Atualmente, Fernanda trabalha com a plataforma do Instagram, mas faz planos de dar um passo adiante na carreira e também produzir materiais audiovisuais. "Tudo o que a gente faz com um diploma dá mais credibilidade no mercado de trabalho. Quando eu vi que estava aberto o curso, achei muito interessante trazer isso de uma forma mais formal, até pelo fato de conseguir ter uma renda e trabalhar com criação de conteúdo dentro da sua própria casa. Imagina você ser uma youtuber graduada. As disciplinas acrescentariam no que eu já faço. Estudar e praticar faz a gente compreender muito mais, porque está na prática", conta. Fernanda Firmino, de Campinas (SP), é maquiadora, fotógrafa e influenciadora digital Ninameoficial/Arquivo Pessoal Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
  • Aprovado em medicina na UFSC, ex-faxineiro uniu plataforma digital, bilhetes e cartas para desenvolver técnica de estudos

    Bruno Eulálio Santos, de 20 anos, juntou conteúdos online e criatividade em cards para driblar a falta de tempo. Calouro de medicina da UFSC Arquivo pessoal Em Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, o calouro Bruno Eulálio Santos, de 20 anos, conseguiu passar no vestibular para medicina da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Para driblar a rotina entre trabalho e estudos, ele utilizou plataformas digitais e anotava em pequenas cartas um resumo de algumas palavras e perguntas, o que era mais importante em cada lição. Estudante de escola pública, ele terminou o ensino médio em 2016 e foi trabalhar em um lava-jato na favela do Ressaca, em Contagem (MG). Depois, mudou para Santa Catarina com a irmã mais velha, contanto que ele se comprometesse a estudar. Caixa com as cartas e esquema de estudos feitas pelo estudante Arquivo pessoal "No início de 2018, eu estava trabalhando em um hospital particular, em Balneário Camboriú, de faxineiro. Naquela época eu já estudava, mas não queria medicina. Mas, vendo a rotina e convivendo com o pessoal comecei a pensar nessa área. Passou um tempo e o pessoal do hospital me deu a oportunidade de trabalhar de jovem aprendiz na área de gestão de exames do hospital. Tive a oportunidade de trabalhar em uma área menos pesada, que exigia menos tempo. Foi quando vi a oportunidade que eu precisava”, disse. Equipe de trabalho na unidade de saúde em Balneário Camboriú Arquivo pessoal Ele lembra que, para começar, recebeu a indicação da namorada para utilizar uma plataforma por assinatura com um modelo online de estudos, por meio das operações desenvolvidas pela startup EdTech Descomplica. "Não sabia muito bem como estudar, depois que ela me indicou foi tipo um norte para eu estudar para uma prova tão concorrida como a do Enem. Daí comecei a estudar online e recebi o suporte. Eu não tinha tempo para pagar o cursinho e muito menos tempo para fazer o cursinho, porque demanda muito tempo de deslocamento, e eu não tinha como largar o emprego", afirmou. Tecnologia aliada a métodos criativos desenvolvida pelo estudante Arquivo pessoal Durante esse período, ele tentava adaptar o conteúdo para conseguir estudar. Entre os métodos, ele montou um mural com mais de 300 bilhetes colados em um painel no quarto. "Em casa eu estudava todos os dias quando eu chegava do trabalho". Ele também aproveitava o tempo de deslocamento até o local onde trabalhava. "Eu comecei a usar a criatividade para inventar algum método para estudar enquanto estava no ônibus, por exemplo, quando eu saía de casa para fazer algo também dava para estudar". Entre os processos desenvolvidos, Bruno fez mais de 1300 cartas com perguntas direcionadas para lembrar do conteúdo, as chamadas "flash cards", baseadas nas semanas de estudo a partir do conteúdo que estava na plataforma online. Cada bloco de cartas, no formato adaptado para carregar dentro do bolso da calças, tinha recomendações práticas para o momento da prova e frases de incentivo. Bloco para uma semana de estudo Arquivo pessoal Bruno explica que quando terminou o contrato com o hospital, em março do ano passado, ele se dedicou aos estudos com a ajuda da irmã para manter a casa. "Resolvi focar nos estudos e tive mais tempo para trabalhar a mente. Eu não recomendo para ninguém essa jornada de estudante e de trabalho. Eu acho que tudo depende de uma necessidade, eu não posso falar que foi fácil e que 'nossa, foi flores fazer isso concomitantemente'. Mas, se é uma necessidade da pessoa, igual foi uma necessidade minha, a pessoa pode ter recursos e tem como fazer. Agora se ela pode escolher em ficar em casa e estudar para prestar um curso concorrido, eu não posso falar para ela ir trabalhar porque será a mesma coisa, porque não vai". Rotina de estudos para o Enem 2019 Arquivo pessoal Com dois anos de estudo, Bruno conseguiu passar no vestibular no processo seletivo pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2020. As lições que aprendeu durante os estudos para o vestibular, ele também passou a divulgar nas redes sociais, com dicas e orientações. Até o início do curso, ele explica que irá precisar voltar ao mercado de trabalho. "Preciso arrumar algo que bate até com o horário da faculdade como dar aulas particulares", disse. Na UFSC, em Florianópolis, o curso começa em agosto para o segundo período. "Estou esperando abrir os editais de bolsa permanência do segundo semestre para poder ficar na moradia estudantil", planeja. Veja mais notícias do estado no G1 SC Calouro de medicina da UFSC Arquivo pessoal
  • Fies 2020 encerra nesta sexta inscrições para a seleção do 1º semestre

    Após prorrogação, inscrições terminam às 23h59. Programa oferece 70 mil contratos de financiamento para estudante pagar mensalidade em cursos de graduação em universidades privadas. As inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e para o Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies) do primeiro semestre de 2020 se encerram nesta sexta-feira (14). Os interessados poderão se candidatar até as 23h59. A data foi prorrogada pelo Ministério da Educação (MEC) na quarta-feira (12). MEC prevê reduzir número de vagas do Fies a partir de 2021 MEC anuncia prorrogação do Fies e P-Fies até esta sexta-feira No primeiro semestre, são ofertados 70 mil contratos a juro zero. Já no segundo semestre de 2020, serão oferecidos 30 mil novos contratos. Estudantes que fizeram o Enem a partir de 2010 podem se candidatar ao financiamento. Fies teve inscrições prorrogadas até a sexta-feira(14) Reprodução site Fies Diferença entre Fies e P-fies Na modalidade Fies, são oferecidas vagas com juro zero para os estudantes com uma renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos (R$ 3.135 – pelo salário mínimo nacional). Já a modalidade P-Fies se destina a estudantes com renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos (R$ 5.225 – pelo salário mínimo nacional). Eles podem receber um empréstimo a juros relativamente baixos, variando de acordo com o banco que atua como agente financeiro. Vale lembrar que, em dezembro de 2019, o governo anunciou mudanças nos dois programas, mas elas só serão válidas no segundo semestre deste ano para o P-Fies e a partir de 2021 para o Fies. Como se inscrever no Fies As inscrições são feitas pela internet no endereço: http://fies.mec.gov.br/ Basta inserir CPF, data de nascimento e o código de verificação que aparece na tela O candidato não pode ter zerado a redação e tem que ter tirado mais que 450 nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) De acordo com o Ministério da Educação (MEC), serão oferecidos 70 mil contratos para o Fies, enquanto para o P-Fies não há limite pré-estabelecido de vagas. Cronograma do primeiro semestre do Fies 2020: Pré-seleção: 26 de fevereiro Complementação da inscrição na modalidade Fies: 27 de fevereiro a 2 de março de 2020 Chamada da lista de espera: 26 de fevereiro a 31 de março Vídeos sobre Fies Estudantes têm dificuldades para pagar o Fies Antes do Fies, o aluno deve planejar as finanças pessoais MEC publica resolução que altera regras do Fies

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