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G1 > Educação

05 Julho 2020

Últimas notícias sobre vestibular, Enem, Sisu, ensino básico, médio ou superior no Brasil, além das novidades e estudos na área de educação.
  • Renato Feder diz ter rejeitado convite para ser ministro da Educação
    Secretário de Educação do Paraná afirmou ter sido convidado por Bolsonaro para cargo, mas que seguirá com função no governo estadual. Indicação foi criticada por apoiadores do presidente. Feder recusa convite para assumir Ministério da Educação O secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, publicou mensagem neste domingo (5) na qual afirma ter recusado convite do presidente Jair Bolsonaro para ser o novo ministro da Educação. Neste sábado (4), a colunista do G1 e da GloboNews Ana Flor informou que Bolsonaro havia segurado a indicação de Feder após repercussão negativa que o nome teve entre apoiadores de grupos ideológicos e evangélicos. "Recebi na noite da última quinta-feira uma ligação do presidente Jair Bolsonaro me convidando para ser ministro da Educação. Fiquei muito honrado com o convite, que coroa o bom trabalho feito por 90 mil profissionais da Educação do Paraná. Agradeço ao presidente Jair Bolsonaro, por quem tenho grande apreço, mas declino do convite recebido. Sigo com o projeto no Paraná, desejo sorte ao presidente e uma boa gestão no Ministério da Educação", escreveu Feder em uma rede social. Initial plugin text Neste domingo, segundo a colunista Ana Flor, o presidente Jair Bolsonaro, diante das críticas ao nome de Feder, decidiu procurar outra pessoa para o Ministério da Educação, uma das principais pastas do governo. Procurada pela TV Globo, a assessoria do Palácio do Planalto disse que não vai comentar as declarações de Renato Feder. Atual secretário de Educação do Paraná, Renato Feder era um dos cotados para o MEC quando o ex-ministro Abraham Weintraub deixou o governo, no fim de junho. Mas Bolsonaro acabou escolhendo o professor Carlos Alberto Decotelli, que saiu do governo antes mesmo de tomar posse, em razão da descoberta de informações falsas em seu currículo. Feder é formado em administração, tem mestrado em economia e já dirigiu escolas. Contando com Decotelli, Feder seria o quarto ministro da Educação no governo Bolsonaro. De acordo com a colunista do G1 e da GloboNews Andreia Sadi, assessores de Bolsonaro avaliavam que a nomeação de Feder poderia agradar o Centrão. Isso porque, o governador do Paraná, Ratinho Jr., um dos principais aliados de Feder, é do PSD. A sigla faz parte do grupo de partidos que se aproximou do presidente nos últimos meses. O PSD é comandado pelo ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab e integrou os governos Dilma Rousseff (2011-2016), Michel Temer (2016-2018) e, agora, também apoia o governo Bolsonaro. Resistência Segundo a colunista Ana Flor, as resistências a Feder vêm do fato de ele ter trabalhado no governo tucano de São Paulo, mesmo que por pouco tempo, e por ter doado recursos para a campanha à prefeitura de São Paulo de João Doria, atual governador do Estado. Além disso, Feder é considerado pouco alinhado a grupos evangélicos. O secretário de Educação do Paraná ainda desagrada à ala ideológica do governo, que se reúne em torno das ideias de Olavo de Carvalho. O escritor apadrinhou tanto a escolha de Ricardo Vélez Rodríguez quanto a de Abraham Weintraub, ex-ministros da Educação.
  • Coronavírus: escolas infantis de Campinas têm 1,1 mil contratos cancelados e demitem ao menos 129 profissionais, diz estudo

    Instituições atendem bebês e crianças de 0 a 5 anos e reivindicam junto às autoridades a inclusão como serviço essencial. Pesquisa aponta que maioria enfrenta risco de encerrar atividades até setembro, mês definido por SP para reabertura. Sala vazia de berçário de escola infantil particular de Campinas durante a pandemia do novo coronavírus. Rose Campos/Arquivo pessoal Escolas particulares de ensino infantil de Campinas (SP) lutam para não fechar as portas durante a pandemia do novo coronavírus. As instituições atendem crianças de 0 a 5 anos e já registraram pelo menos 1.124 contratos cancelados de alunos e 129 demissões de profissionais desde o início da quarentena, em 23 de março. Os dados foram obtidos com exclusividade pelo G1. A cidade possui 79 instituições de ensino desse porte autorizadas pela prefeitura a funcionar - todas recebem o selo "Escola bem legal" do município. Um grupo formado por diretores reúne 70 destas escolas, e entregou nesta semana à prefeitura o protocolo sobre a reabertura responsável das unidades de ensino. O grupo também realizou uma pesquisa diante da crise enfrentada pelo setor. [Veja detalhes abaixo] Setembro foi o mês definido pelo Governo do Estado de São Paulo para o início da retomada das aulas nas escolas de todos os níveis, particulares e públicas, isso se todo o estado estiver há ao menos 28 dias seguidos na fase 3 - amarela de flexibilização da economia. A regra depende da taxa de ocupação de leitos de terapia intensiva (UTI), que deve ficar entre 60% e 70%. Na contramão desta expectativa, a região de Campinas foi classificada na fase vermelha nesta sexta (3) por ter o índice superior a 80%. No entanto, o estudo feito pelo grupo de escolas aponta que a maioria enfrenta o risco de encerrar as atividades até setembro. Para Rose Campos, diretora da Escola Infantil Elefantinho Azul, que existe na cidade há 31 anos, o setor deveria ser incluído na lista de serviços essenciais. "Você continuaria pagando uma mensalidade de R$ 1 mil, R$ 800, R$ 2 mil para uma criança de 1 ano? A pessoa que contrata de 0 a 3 anos, ela contrata porque ela precisa. Ela precisa de um lugar seguro, de pessoas com as quais ela estabeleça um vínculo de confiança, para deixar um bebê de 5 meses, 6 meses, às vezes 4 meses." "A gente está falando de atender um público que vai ser atendido em outro lugar. Que essa mãe não tem condições de ficar em casa e simplesmente abrir mão desse emprego. Ela já contratou uma escola particular, um berçário, uma escola de educação infantil, porque ela precisa desse serviço. E nós deveríamos, sim, ser considerados como essenciais". "E dê a liberdade ao pai que deseja escolher o retorno. A gente não está dizendo que vai obrigar que todas as crianças voltem e que não vai continuar com o ensino não presencial. A gente está dizendo que nossos clientes estão indo embora, e que ninguém está entendendo a gravidade de uma faixa etária tão específica", completa a diretora. Assim como as escolas da rede pública, as infantis particulares respondem à Prefeitura de Campinas. Crianças a partir de 6 anos são matriculadas em instituições de ensino fundamental, cuja responsabilidade é do estado, seja no caso das privadas ou públicas. Setor em risco Das 70 escolas que integram o grupo, 59 responderam a questões sobre risco de fechamento, demissão de funcionários e cancelamentos de contratos de estudantes. Segundo Rose Campos, nenhuma das instituições que integram o grupo encerrou as atividades. 76% das escolas que responderam a pesquisa tiveram mais de 20% dos contratos cancelados. Algumas tiveram mais de 50% dos contratos desfeitos. Há escolas que chegaram a mandar mais de 40% do efetivo embora. A maioria (71%) demitiu até 10% dos profissionais. Em relação aos números absolutos dos reflexos da pandemia, 53 das 70 escolas responderam: 1.124 contratos foram cancelados entre 23 de março e 1 de julho. 129 demissões no mesmo período. Taxa média atual de inadimplência de 20,38%. No caso da escola da diretora Rose, eram 91 alunos em março e o número de matrículas caiu para 74 em julho. "20% de cancelamentos e, em média, 35% de desconto. Só não perdemos mais porque reduzimos demais as mensalidades, pois pais tiveram redução de renda. E em outros casos, berçário por exemplo, os descontos são ainda maiores para que não haja o cancelamento", conta a professora, que afirma manter abatimentos de até 80% da mensalidade para conseguir pagar as contas da escola. Rose tenta um empréstimo bancário e o crédito emergencial no pelo Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). Ela avalia que é a única maneira de seguir em frente. "A gente já segue protocolos rígidos, a gente já tem atenção, isso é o universo da escola infantil, principalmente na faixa etária de 0 a 3 anos, que depende do nosso olhar até para perceber se um bebê está com febre. [...] Se eu não tiver um empréstimo... Não sei o que farei nos próximos meses", completa. Sala de aula com cadeiras suspensas em escola infantil particular de Campinas, fechada na quarentena contra o avanço da Covid-19 Rose Campos/Arquivo pessoal Plano de ação aprovado pela prefeitura A Secretaria de Educação de Campinas confirmou o recebimento do protocolo desenvolvido pelas escolas de educação infantil. Informou que se trata de um plano de ação e que ele está aprovado, mas depende ainda do cumprimento do cronograma definido pelo Plano SP. "Este documento já foi analisado pelas secretarias de Saúde e Educação e está aprovado, no entanto, as escolas só podem voltar mediante decreto do governador, que está previsto para setembro", diz o texto da Pasta. O protocolo destaca, além das necessidades das escolas e dos pais dos alunos, a manutenção de cerca de 1 mil vagas de emprego dos profissionais ligados ao setor, direta ou indiretamente. E também sugere, por exemplo, as seguintes medidas: Atendimento escolar com, inicialmente, até 50% dos alunos matriculados, garantindo assim o distanciamento social. Prioritariamente o atendimento será feito para famílias que tenham ambos os responsáveis estejam trabalhando. Realização de triagem de pais em relação ao histórico de Covid e exigência de exames médicos da criança. A entrada na escola só será permitida após aferir a temperatura dos funcionários e alunos. Monitoramento dos sintomas do coronavírus. A higienização das mãos será feita com água e sabonete líquido antibacteriano ou, na impossibilidade, será usado álcool gel 70%. As mãos serão higienizadas na entrada na escola, a cada troca de atividades, a cada troca de ambiente, antes e após as refeições, após uso do banheiro, antes e depois de cada troca de fraldas, ao tocar no nariz ou boca. Obrigatório uso de avental e luvas descartáveis a cada troca de fralda. Proibido uso de uniforme fora do ambiente escolar, deve ser feita a troca de roupa nas dependências da escola, em local determinado e higienizado, a fim de não trazer nenhum tipo de contaminação do meio externo para o interno. Obrigatório uso de máscara descartável em todo ambiente escolar. Limpar e desinfetar frequentemente os objetos comuns e superfícies com o auxílio do álcool 70% ou solução de água com água sanitária. Será desenvolvido programa de treinamento para crianças enfocando o acolhimento aos sentimentos e informações sobre a nova realidade por todos vivida, enfocando o distanciamento social. Formas erradas e corretas de usar máscara de proteção contra o coronavírus Arte/G1 Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas
  • Decotelli atualiza o currículo e diz que foi ministro da Educação entre os dias 25 e 30 de junho

    Ele foi nomeado, mas não chegou a tomar posse. Decotelli deixou o cargo após terem sido reveladas inconsistências nas informações apresentadas em seu currículo. O professor Carlos Alberto Decotelli atualizou seu currículo na plataforma do Centro Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnologia (CNPq) e incluiu a informação de que foi ministro da Educação entre os dias 25 e 30 de junho do ano de 2020. Ele chegou a ser escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para o cargo de ministro, e a nomeação saiu no "Diário Oficial da União". Mas, em razão de inconsistências que foram encontradas em seu currículo, Decotelli nem tomou posse, e o ato de nomeação foi cancelado. Ele dizia no currículo, por exemplo, que havia obtido título de doutorado em uma universidade na Argentina e de pós-doutorado em uma universidade da Alemanha. As duas instituições negaram as informações. Carlos Alberto Decotelli e o presidente Jair Bolsonaro, em imagem do dia 25 de junho, quando ele foi anunciado como ministro da Educação Reprodução/Jornal Nacional Além disso, Decotelli tem ao menos outras três polêmicas sobre sua formação acadêmica: descrição de vínculo como professor da FGV no currículo, quando na verdade ele é colaborador denúncia de plágio na dissertação de mestrado da Fundação Getúlio Vargas (FGV) apoio de empresa que, segundo uma professora da Alemanha, não foi obtido O artigo 7° da lei 8112, que dispõe sobre as regras do serviço público, diz que a investidura de um servidor em um cargo só ocorre após a posse. Bolsonaro ainda não definiu quem será o ministro da Educação. A pasta está sem comando desde a saída de Abraham Weintraub, no fim de junho. 'Diário Oficial' publica ato que anula nomeação de Decotelli para ministro da Educação
  • Cotado para ministro da Educação já propôs privatizar todas as escolas e universidades

    Atual secretário de Educação do Paraná e executivo com carreira em tecnologia, Renato Feder é coautor do livro 'Carregando o Elefante', publicado em 2007; além das privatizações, obra defende legalização das drogas e redução das Forças Armadas. Livro de coautoria de Feder defende legalização das drogas e redução das Forças Armadas. Governo do Estado do Paraná Principal nome cotado atualmente pelo presidente Jair Bolsonaro para ser o novo ministro da Educação, o empresário Renato Feder, paulista de Mogi das Cruzes, ocupa desde janeiro de 2019 o cargo de secretário de Educação do Paraná, a convite do governador Ratinho Junior (PSD). Mestre em Economia pela Universidade de São Paulo (USP) e graduado em Administração pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), segundo currículo informado no site do governo do Paraná, Feder fez carreira no setor de tecnologia. Destacou-se como executivo depois de assumir, nos anos 2000, a sociedade na Multilaser, à época uma pequena empresa de reciclagem de cartuchos para impressoras herdada pelo amigo de infância de Feder, Alexandre Ostrowiecki. Sob o comando dos dois, de acordo com reportagem publicada em março de 2018 pela revista IstoÉ Dinheiro, a companhia tornou-se uma bilionária da tecnologia, com faturamento superior a R$ 2 bilhões e escritório na Brigadeiro Faria Lima. Antes, Feder havia passado pela construtora Promon e pela consultoria de crédito Serasa. Foi também em parceria autoral com Ostrowiecki que Feder publicou, em 2007, o livro Carregando o Elefante - Como Livrar-se do Peso que Impede os Brasileiros de Decolar, em que os dois autores defendem um plano detalhado de "desconstrução do Estado", que definem como um processo profundo de eliminação do Estado "em todas as atividades que hoje ele faz mas que poderiam ser repassadas à iniciativa privada, como a educação", mantendo o princípio de governo pequeno. O livro defende que a iniciativa privada é "intrinsecamente mais eficiente na gestão de qualquer coisa". Ao assumir o cargo no Paraná, Feder trouxe consigo para o primeiro escalão da Secretaria nomes que vieram da iniciativa privada, especialmente da área de tecnologia, voltados a acelerar a transformação digital na educação pública, de acordo com o site da Secretaria do Estado. O governo do Paraná também informa que ele foi professor da Educação de Jovens e Adultos, lecionou matemática por dez anos, além de ter sido diretor de escola por oito anos. Também foi assessor voluntário da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. "Assim como é melhor que uma empresa privada frite hambúrgueres do que o governo, o mesmo ocorre no caso de uma escola", afirma o livro de Feder e Ostrowieck. No caso da proteção às pessoas contra a miséria absoluta, por exemplo, o livro defende que o ideal é passar o máximo dessa tarefa para organizações não governamentais e "deixar para o governo apenas casos emergenciais". Na saúde, o livro também defende privatizar todos hospitais e postos de saúde, cabendo à assistência social pagar planos de famílias que comprovarem incapacidade de fazê-lo. Para a Previdência, a proposta é "abolir completamente a previdência, tanto do setor público quanto do setor privado. Cada pessoa decide se quer ou não realizar plano privado de previdência social". Cita como exemplo positivo o Chile, apontado como "nação com uma série de características semelhantes com as do Brasil e que está rapidamente se livrando do status de país pobre". Educação privada e mais ricos nas melhores escolas No capítulo do livro sobre Educação, Feder cita problemas atuais, como o mau desempenho dos alunos brasileiros em português e matemática e a ineficiência dos gastos, e questiona: "É o Estado a entidade certa para operar dezenas de milhares de escolas? Será que o controle público é a melhor forma de gerir um colégio, escolher material didático, pagar professores e cuidar da manutenção? No caso da maioria das nações do planeta, a resposta ainda é sim, apesar de que esse quadro pode estar mudando". "Em quase todos os países", prossegue o texto, "o governo opera um sistema público e gratuito de educação. No entanto, uma série de casos de sucesso inquestionável está mudando a visão dos especialistas a respeito da melhor estrutura educacional e apontando as vantagens dos sistemas de vouchers", afirma, referindo-se ao sistema em que "o Estado paga, os pais escolhem, as escolas competem, o nível de ensino sobe e todos saem ganhando". O texto, no entanto, pondera que os vouchers são controversos e malvistos pelo "establishment do ensino", porque, de modo geral, "contorna o poder dos sindicatos dos professores". Entre as propostas para a educação apresentadas no livro estão "privatizar todas as escolas e universidades públicas, implantando o sistema de vouchers. Para cada aluno matriculado o governo paga uma bolsa diretamente à escola. Cada escola pode optar se receberá apenas a verba do governo ou se cobrará uma taxa extra", resume. "À primeira vista, a questão do preço pode parecer um pouco cruel, uma vez que, na prática, deixará as famílias mais carentes de fora das melhores escolas. No entanto, não podemos nos esquecer que isso já ocorre hoje em dia, com o agravante de que as escolas de base hoje são de péssima qualidade". O foco da proposta, defende, é permitir que "todos tenham acesso a escolas de nível pelo menos aceitável". A proposta dos vouchers também tem a simpatia do ministro da Economia, Paulo Guedes. No Chile, onde o programa de vouchers foi implementado nacionalmente durante os anos 80, a principal crítica é de que o modelo aumentou a desigualdade. No modelo de governo mínimo previsto no livro, o papel do Ministério da Educação, pasta que agora Feder poderá passar a comandar, seria chefiar o programa nacional de vouchers e o sistema de testes e ranqueamento das escolas e universidades. É responsável por garantir que toda família tenha um voucher adequado e que as crianças estejam na escola. Cuida também de tornar pública e transparente a qualidade dos cursos no Brasil. O livro também defende bandeiras que conflitam com a agenda do presidente Jair Bolsonaro, como a legalização das drogas ("legalizar todas as drogas hoje proibidas, desde que consumidas em locais pré-determinados e que seja proibido fazer propaganda") e reduzir fortemente as Forças Armadas. Apoio a Doria barrou nomeação mais cedo Em publicação no dia 25 de junho, o Blog do Camarotti, do portal G1, afirmou que a indicação do secretário estadual da Educação no Paraná para o Ministério da Educação não foi adiante mais cedo em razão da relação próxima que ele teve com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Por isso, Bolsonaro acabou anunciando Carlos Alberto Decotelli como novo ministro da Educação, decisão que teve o aval da ala militar do governo. Ele pediu demissão após revelações de que havia incluído uma série de informações falsas no currículo. Com a queda de Decotelli, o nome de Feder voltou a ganhar força.
  • Avó e neto, moradores da favela do Morro do Papagaio, passam a quarentena estudando juntos

    Maria, de 59 anos, está na 3ª série do ensino fundamental. Brian, de 10 anos, está duas séries à frente da avó. Header - A Vida Na Pandemia G1 Maria Lopes Teixeira e o neto Brian Gláucia Carvalhaes/Arquivo pessoal Duas vezes por semana, Maria Lopes Teixeira pega os cadernos, dá a mão ao neto Brian, sai de casa no Morro do Papagaio, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, e espera pela carona para estudar. Com máscaras, álcool em gel e distanciamento, os dois fazem as tarefas escolares com a ajuda de uma vizinha de bairro. “Foi uma benção porque a gente não tinha ninguém para nos orientar. Eu estou indo para a quarta série do ensino fundamental. O Brian está no quinto ano. A gente até tentou fazer os exercícios sozinhos, mas erramos tudo (risos)”, contou Maria. A ajuda veio da jornalista Gláucia Carvalhaes, que mora no bairro São Bento. Ela os conheceu por meio do líder comunitário do Morro do Papagaio, Júlio Fessô, e agora os orienta a fazer as tarefas. “É muito bom ajudar, principalmente pela vontade de aprender dos dois”, disse ela. Avó e neto, moradores da favela do Morro do Papagaio, passam a quarentena estudando juntos 'Eu era uma escrava, né?' As aulas do projeto Educação de Jovens e Adultos (EJA), frequentadas por Maria, e da Escola Municipal Benjamim Jacob, onde Brian estuda, foram suspensas por causa da pandemia do novo coronavírus. “Eu estava tão animada para voltar a estudar, sabe? Comecei no EJA em 2018. Neste ano, as aulas começaram em março, mas rapidinho acabaram por causa da Covid-19”, disse Maria. Maria começou a estudar em 2018 no Ensino de Jovens e Adultos Gláucia Carvalhaes/Arquivo pessoal Este é só mais um desafio que a empregada doméstica enfrenta para poder estudar. Quando criança, era obrigada a trabalhar na casa da família onde foi criada, em Berilo, no Vale do Jequitinhonha. Ela foi abandonada lá pelo pai aos 6 anos de idade. Maria nunca conheceu sua mãe. Nem sabe se tem parentes vivos. “Eu era uma escrava, né? Eu via os meninos da casa indo para escola e pedia para ir também. Diziam que eu tinha que trabalhar, lavar roupa, cozinhar”, contou. Ao se tornar adulta, veio para Belo Horizonte na tentativa de melhorar de vida. Teve três filhos. Um deles, o pai de Brian, morreu. “Brian e eu temos uma ligação muito forte. Um dia, a mãe dele trouxe ele para me visitar e o menino não quis mais ir embora. Somos só nós dois”, disse Maria. Maria e o neto vivem no Morro do Papagaio, em Belo Horizonte Júlio Fessô/Arquivo pessoal Avó e neto estudam juntos. Os dois também passam o tempo dividindo as delícias que Maria prepara. “A gente continua em casa, de quarentena, comendo e engordando (risos)”, contou a avó. Morro do Papagaio Onde fica o Morro do Papagaio, em Belo Horizonte Juliane Souza/G1 A favela do Morro do Papagaio é uma das maiores de Belo Horizonte. Com 17 mil moradores, ela faz parte de um complexo de comunidades chamado Aglomerado Santa Lúcia, na Região Centro Sul da capital. O Papagaio fica espremido entre os bairros nobres do Sion e São Bento. A favela ganhou este nome por causa da grande quantidade de papagaios e maritacas que viviam em uma fazenda na região. A propriedade acabou dando espaço para a ocupação. População: Cerca de 17 mil moradores Localização: Região Centro-Sul de Belo Horizonte Origem: O Morro do Papagaio surgiu há 90 anos, segundo moradores. Mas de acordo com a prefeitura, a ocupação se intensificou nos anos 50.
  • Japão forma o primeiro mestre em estudos ninjas

    Homem de 45 anos concluiu curso de mestrado em universidade japonesa. Professor que chefia o programa de estudos ninjas elogia o aluno, mas diz: 'O curso é para aprender sobre os ninjas, não para se tornar um'. Genichi Mitsuhashi durante treinamento ninja em Iga, no Japão, em foto de 21 de junho AFP PHOTO / COURTESY OF GENICHI MITSUHASHI Genichi Mitsuhashi, de 45 anos, é o primeiro mestre em estudos ninjas formado na Universidade Mie, no Japão. Segundo reportagem da agência France Presse, além da leitura de documentos históricos, ele se dedicou durante dois anos à parte prática — que vai muito além do uso de espadas. Durante o curso, o estudante cultivava vegetais e treinava técnicas de artes marciais, sem deixar de frequentar aulas teóricas e finalizar leitura de livros. Genichi Mitsuhashi durante treinamento ninja em Iga, Japão AFP PHOTO / COURTESY OF GENICHI MITSUHASHI" "Eu lia que ninjas trabalhavam como fazendeiros pela manhã e treinam artes marciais à tarde", conta Mitsuhachi. O agora mestre afirma que um ninja faz muito mais do que lutar discretamente a mando de chefes. Mitsuhachi diz que o mestrado lhe ensinou a ter "grandes habilidades de sobrevivência". Agora, ele mantém em uma pousada e dá aulas de artes ninjas em um dojo. Três alunos por ano Genichi Mitsuhashi (o segundo à direita), participa de treinamento ninja com colegas em Iga, no Japão AFP PHOTO / COURTESY OF GENICHI MITSUHASHI Segundo o professor de história do Japão responsável pelo centro de estudos ninjas da universidade, Yuji Yamada, três estudantes se matriculam a cada ano no curso. O docente elogia o novo mestre: "Não esperava que ele fosse se dedicar a esse ponto, em viver como um ninja de verdade", disse. Porém, o professor adverte a quem quer entrar na universidade apenas para aprender técnicas de luta ninja. "Recebemos muitos pedidos de outros países, mas eu preciso dizer uma coisa: é um curso para aprender sobre ninjas, não para se tornar um."

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